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Escola de Governo realiza curso de Saúde Mental na Administração Pública

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Mato Grosso

A Escola de Governo, vinculada à Secretaria de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag-MT), está com inscrições abertas para o curso Saúde Mental na Administração Pública, que oferece 300 vagas e tem como foco o fortalecimento do bem-estar no ambiente de trabalho. As inscrições seguem abertas até 1º de fevereiro. A formação será realizada on-line entre os dias 9 de fevereiro e 8 de março, com carga horária total de 20 horas.

Voltado a servidores públicos estaduais, o curso tem como objetivo capacitar os participantes para reconhecer e lidar com fatores que impactam a saúde mental no contexto laboral, bem como estimular estratégias de intervenção, suporte e autocuidado. A proposta é contribuir para a construção de ambientes institucionais mais saudáveis, colaborativos e produtivos, fortalecendo tanto o desempenho profissional quanto a qualidade de vida no trabalho.

A matriz curricular está organizada em quatro módulos, que abordam desde os conceitos introdutórios de saúde mental no trabalho até os impactos emocionais e psicossociais da rotina profissional. O conteúdo também contempla estratégias práticas de intervenção e suporte, com foco no autocuidado, e encerra com reflexões sobre a importância de promover uma cultura organizacional que valorize e apoie a saúde mental no serviço público.

A confirmação de inscrição será enviada por e-mail e/ou WhatsApp próximo a data da capacitação. Por isso, é necessário que os interessados mantenham seu e-mail e telefone atualizados no sistema de inscrição.

Serviço | Saúde Mental na Administração Pública
Data: 09 de fevereiro a 8 de março
Como: via EAD
Inscreva-se neste link

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

Fonte: Governo MT – MT

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