Saúde
Mato Grosso do Sul vai receber vacina em projeto contra Chikungunya
Saúde
O Mato Grosso do Sul vai receber doses da vacina contra a chikungunya como parte de uma estratégia piloto elaborada pelo Ministério da Saúde. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (30) pela Secretaria de Saúde do estado.

Em nota, a secretaria informou que a inclusão do estado na estratégia piloto ocorre após solicitação formal ao ministério, motivada pelo cenário epidemiológico de arboviroses registrado no município de Dourados, especialmente em territórios indígenas.
“Antes mesmo da confirmação do envio das doses, o estado já havia estruturado uma resposta técnica para pleitear a participação na estratégia nacional, inicialmente restrita a poucos municípios brasileiros”, destacou a secretaria.
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Estratégia piloto
A vacina contra a chikungunya foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, atualmente, está na fase 4 de monitoramento – etapa que avalia a efetividade em condições reais de uso.
No Brasil, o imunizante está sendo utilizado de forma controlada, dentro de uma estratégia piloto conduzida pelo ministério em parceria com o Instituto Butantan, já implementada em municípios selecionados de diferentes estados.
De acordo com a secretaria de saúde, a definição dos municípios que recebem a vacina segue critérios como situação epidemiológica, capacidade operacional e estrutura de vigilância.
“Nesse contexto, Dourados se enquadra como área prioritária, especialmente pelo impacto da doença nas comunidades indígenas”, destacou a secretaria.
“O Ministério da Saúde já confirmou o envio de equipes para capacitação dos profissionais de saúde em Mato Grosso do Sul. A estratégia terá início pela população indígena, com treinamento específico nos territórios, voltado aos profissionais que atuam diretamente nessas comunidades.”
O Instituto Butantan também vai realizar treinamento com equipes de salas de vacina no estado.
“Por se tratar de uma estratégia piloto, a vacinação contra a chikungunya ainda ocorre de forma restrita e monitorada no país. A expectativa é que, a partir dos resultados obtidos, haja ampliação progressiva da oferta do imunizante no SUS [Sistema Único de Saúde]”, concluiu a secretaria.
Saúde
Governo federal entrega veículos para ampliar acesso ao SUS
O governo federal entregou neste sábado (9), em Campinas, interior paulista, veículos do programa Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde, em uma estratégia para ampliar o acesso da população aos serviços especializados do Sistema Único de Saúde (SUS).

Foram entregues 12 micro-ônibus destinados ao transporte de pacientes do programa Tratamento Fora de Domicílio (TFD), além de 20 ambulâncias do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) 192 e três Unidades Odontológicas Móveis, beneficiando 32 municípios. O investimento é de R$ 14,4 milhões pelo Novo PAC Saúde.
“Além micro-ônibus, estamos entregando também uma clínica odontológica móvel que vai até onde a população está, atendendo áreas rurais, distritos, escolas e igrejas. Também estamos reforçando as ambulâncias do SAMU”, disse o ministro Alexandre Padilha, que participou do evento.
“Ficamos seis anos sem renovação da frota e, desde 2023, com o presidente Lula, já estamos entregando mais de 3 mil ambulâncias para fortalecer o atendimento de urgência e emergência em todo o país.”
Em abril, São Paulo havia recebido outros 30 micro-ônibus. Com a nova entrega, a atual gestão federal soma 145 veículos entregues ao estado.
No âmbito nacional, o Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde prevê a entrega de 3,3 mil veículos, que serão distribuídos em todo o país, com investimento de R$ 1,4 bilhão.
Vacinação
Em um momento simbólico, o ministro da Saúde vacinou gestantes durante visita a Campinas. Segundo a pasta, o Brasil alcançou a marca de 1 milhão de gestantes vacinadas contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em bebês.
A imunização é oferecida pelo SUS e garante proteção aos recém-nascidos desde os primeiros dias de vida, período de maior vulnerabilidade às complicações respiratórias.
“Nossa meta era vacinar 1 milhão de gestantes contra o VSR até o Dia das Mães, e alcançamos essa marca já nesta semana. Estamos falando de uma vacina fundamental para proteger bebês e gestantes, que na rede privada custa cerca de R$ 1,5 mil”, disse o ministro.
Dados do Ministério da Saúde mostram que, até 18 de abril de 2026, as internações de crianças menores de dois anos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada ao VSR caíram 52% em comparação com o mesmo período de 2023, passando de 6,8 mil para 3,2 mil casos. Os óbitos também apresentaram redução de 63%, caindo de 72 óbitos para 27 mortes.
A vacina passou a integrar o SUS em 2025, após recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).
“A vacina estimula a produção de anticorpos pela mãe, que são transferidos ao bebê ainda durante a gestação. Essa proteção é fundamental nos primeiros meses de vida, e estudos clínicos demonstram eficácia de 81,8% na prevenção de doenças respiratórias graves em bebês nos primeiros 90 dias após o nascimento”, explicou o ministério, em nota.
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