Saúde
Institutos federais de saúde do Rio inauguram novos serviços
Saúde
Os institutos federais do Rio de Janeiro inauguraram nesta quinta-feira (22) novos serviços. As unidades, vinculadas ao Ministério da Saúde, oferecem atendimento especializado e de alta complexidade e passam por um processo de requalificação.

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) ganhou uma nova ala pediátrica, com ambientes pensados para o acolhimento, a segurança e o bem-estar dos pacientes e seus familiares. O serviço de referência nacional atende 80 crianças e adolescentes por dia, com diferentes especialidades em um único espaço.
No Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) foi inaugurado o Centro de Atenção em Ortobiológicos, terapias avançadas feitas a partir de substâncias do próprio corpo do paciente e que estimulam a cicatrização e retardam o desgaste de tecidos. O Into também recebeu 200 novos profissionais, que vão permitir a reabertura de 40 leitos de enfermaria e cinco salas cirúrgicas.
E o Instituto Nacional de Cardiologia agora tem um serviço de sequenciamento genético e também ganhou um Centro de Telessaúde e um Observatório de Saúde Cardiovascular.
De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o objetivo é que os institutos alcancem o seu máximo potencial.
Em entrevista coletiva após visita ao Into, ele destacou que os investimentos já estão reduzindo as filas para a realização de cirurgias.
“No mês de fevereiro nós já teremos 100% da capacidade de utilização de todos os leitos de enfermaria e até o final deste primeiro semestre, teremos 100% de todas as salas cirúrgicas. Isso vai aumentar de 7 mil cirurgias realizadas no ano passado, que já foi o ápice, para mais de 12 mil cirurgias este ano”, ressaltou o ministro.
Os institutos federais do Rio de Janeiro também estão sendo beneficiados por investimentos do programa Agora Tem Especialistas, cujo objetivo é aumentar a oferta de atendimento especializado em todo o país. Cerca de R$ 170 milhões foram investidos nas unidades da rede federal. A estratégia de requalificação dos hospitais também prevê a contratação 2.059 profissionais por meio de convênio com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Saúde
ANS defende que plano cubra mamografia digital sem restrição de idade
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que regula a indústria de planos de saúde no país, defende a obrigatoriedade de cobertura de exame de mamografia digital para todas as pessoas, sempre que houver indicação médica.

A ANS abriu uma consulta pública esta semana para que a sociedade civil possa opinar sobre o tema. Atualmente, a cobertura do exame é restrita a mulheres de 40 a 69 anos de idade, com indicação do médico assistente.
A mamografia digital – versão mais avançada do exame convencional – é considerada um dos principais exames para a detecção precoce do câncer de mama, permitindo identificar alterações antes mesmo de serem percebidas ao toque.
O Instituto Nacional de Câncer (Inca), ligado ao Ministério da Saúde, estima que o país tenha cerca de 73.610 novos casos de câncer de mama por ano.
Menos exposição
De acordo com a ANS, o diagnóstico precoce aumenta as chances de tratamento e pode reduzir a necessidade de procedimentos mais invasivos.
A mamografia digital oferece vantagens como menor exposição à radiação, menor tempo de compressão da mama durante o exame e armazenamento das imagens em formato digital, o que facilita o acompanhamento da evolução clínica e a avaliação por diferentes especialistas.
Com a proposta da ANS de acabar com a restrição, a cobertura do exame digital terá que abranger pessoas de qualquer gênero e idade, bastando um pedido médico, assim como já é com a mamografia convencional.
Ao incluir qualquer gênero, o exame poderia ser garantido pelo plano a pessoa que se considera não binária, ou seja, não se identifica exclusivamente como homem ou mulher.
Tecnologia
A iniciativa da ANS foi aprovada pela diretoria colegiada da reguladora no dia 8 e será submetida à participação social antes de uma decisão final.
A intenção de ampliar a cobertura do exame partiu da própria ANS após discussões na Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (Cosaúde).
Na Cosaúde, a maioria da comissão defendeu que “o uso da mamografia digital já está consolidado como padrão de cuidado oncológico” e que a restrição para mulheres de 40 a 69 anos poderia “prejudicar ou atrasar o acesso oportuno” ao diagnóstico de câncer de mama.
De acordo com a diretora de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Lenise Secchin, a agência segue uma busca permanente pelo aperfeiçoamento das coberturas garantidas aos clientes dos planos de saúde.
“Com a evolução tecnológica e a ampla utilização da mamografia digital nos serviços de saúde, entendemos que não há mais justificativa para manter restrições de idade ou gênero para um exame tão importante”, sustenta.
Consulta pública
As contribuições para a Consulta Pública 173 poderão ser enviadas até o dia 11 de julho. A consulta de documentos relacionados à proposta e a contribuição em si deve ser feita no site da ANS.
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