Saúde
Covid: quem tem 12 anos ou mais pode se imunizar, no Rio, com vacina
Saúde
A partir desta quarta-feira (3), a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro ampliou o público-alvo da vacina contra a variante JN.1 da Covid-19. Assim, quem tem a partir dos 12 anos de idade também pode ser imunizado com a dose de reforço. Em 2025, até o momento, houve 14.474 casos da doença no Rio. 

Até então, apenas idosos residentes nas Instituições de Longa Permanência (ILPI), o grupo acima de 60 anos, pessoas com imunossupressão, ou seja, com o sistema imunológico fragilizado, crianças entre 6 meses e 4 anos, e crianças entre 5 e 11 anos imunocomprometidas ou com comorbidades podiam se imunizar com a vacina atualizada.
Caderneta
Agora, para tomar o medicamento é preciso comparecer a uma unidade de saúde com documento de identidade e, se possível, a caderneta de vacinação.
A vacina pode ser encontrada em 240 salas disponíveis do Rio, incluindo as unidades do Super Centro Carioca de Vacinação, de Botafogo, da zona oeste (no ParkShopping CampoGrande) e da zona norte (no Shopping Nova América, em Del Castilho).
Saúde
Consulta pública avalia inclusão no SUS de remédio para hipertensão
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) abriu consulta pública para avaliar a inclusão do medicamento sotatercepte na rede pública, para tratamento de pacientes adultos com hipertensão arterial pulmonar (HAP). As contribuições, da sociedade civil e da comunidade médica, podem ser enviadas até o próximo dia 17.

De acordo com a Conitec, a solicitação de incorporação foi feita pelo próprio fabricante do medicamento para o tratamento de adultos com HAP em classes funcionais III ou IV, conforme critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), com risco de mortalidade intermediário a alto, em uso de terapia dupla, quando houver intolerância às prostaciclinas, ou em uso de terapia tripla, associado ao tratamento já em uso.
Ainda segundo a comissão, o medicamento age no mecanismo de crescimento das células dos vasos sanguíneos. Na HAP, essa via pode estar desregulada e contribuir para o estreitamento dos vasos dos pulmões.
A doença
A hipertensão arterial pulmonar é uma doença rara, crônica, progressiva e grave. Isso significa que é uma condição pouco frequente na população, de longa duração e que pode piorar com o tempo, comprometendo a capacidade da pessoa de realizar atividades do dia a dia.
Na HAP, ocorre aumento da pressão nos vasos sanguíneos que levam o sangue do coração para os pulmões. Com isso, o lado direito do coração precisa fazer mais esforço para bombear o sangue.
Ao longo do tempo, esse esforço pode sobrecarregar o coração e causar sintomas como falta de ar, cansaço, tontura, dor no peito, desmaios e dificuldade para realizar atividades habituais. Em casos mais graves, a doença pode evoluir para insuficiência cardíaca, levar ao funcionamento insuficiente do coração e morte.
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