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Saúde

Anvisa proíbe venda de cosméticos e manda recolher gel falsificado

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Saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta sexta-feira (2) medidas para recolher lote falsificado e proibir a fabricação, comercialização e uso de diversos cosméticos e saneantes sem regularização sanitária. 

As medidas foram publicadas nesta sexta-feira (2) no Diário Oficial da União (DOU).

Gel intravaginal 

A partir da determinação da Agência, o Lote 2 2511006 do Hidrafemme Gel Hidratante Intravaginal precisará ser retirado de comercialização. O produto não pode ser distribuído, importado, divulgado ou usado.

A medida foi adotada após a Helianto Farmacêutica Ltda., detentora do registro do dispositivo médico, identificar unidades comercializadas em plataforma de comércio eletrônico com características diferentes das observadas na embalagem original.

Cosméticos

Em outra medida, a Anvisa determinou a apreensão dos lotes 614323 e 614326 do Perspirex Strong Antitranspirante Axilar.

A empresa Megalabs Farmacêutica S.A. informou à agência que desconhece a fabricação dos produtos, que usam indevidamente dados cadastrais da companhia. Por esse motivo, a fabricação, importação, venda, distribuição, divulgação e utilização dos itens foram proibidas.

A mesma resolução alcança os produtos MAV C-22 Solvente Removedor de Cola Mega Hair e GhostBond XL With Extra Moisture Control Cola para Próteses Capilares. De acordo com a agência, ambos são fabricados por empresas desconhecidas e não podem ser comercializados nem usados.

Produtos de limpeza

A Anvisa também proibiu a fabricação e a comercialização dos saneantes Desincrustante Ácido DX 1:40 Mult-Cap Mult Jet e Água Sanitária Mult Jet, produzidos pela Ramos Indústria e Comércio de Materiais de Limpeza Ltda.

Segundo a agência, os produtos estão em desacordo com as exigências sanitárias e não podem permanecer no mercado.

Empresa suspensa

Em outra medida, a Anvisa suspendeu a fabricação, a venda e a distribuição de todos os saneantes produzidos pela LGR Indústria e Comércio de Produtos de Limpeza Ltda.

De acordo com a Anvisa, inspeção feita entre 14 e 18 de setembro constatou o descumprimento da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 47/2013, que estabelece o Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Produtos Saneantes.

A agência também determinou o recolhimento dos produtos Medicpro Zime, Medicpro Zime Ultra e Lapzyme, fabricados pela empresa. Os saneantes, segundo a fiscalização, não detêm regularização sanitária.

Outros produtos 

A Anvisa proibiu ainda a comercialização dos produtos Bio Lavanda Limpador de Uso Geral Biojet e Bio Água Sanitária Biojet, fabricados pela Biojet Indústria de Produtos Químicos. A agência informou que os itens não têm regularização sanitária.

Além disso, os saneantes produzidos pela BR Mega Limp Ltda. deverão ser apreendidos, por ausência de registro junto à Anvisa.

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

São Paulo tem três novos casos de sarampo; total chega a 40 este ano

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) confirmou quatro novas ocorrências de sarampo nesta quinta-feira (1º), totalizando assim 40 casos ao longo de 2026.

O Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo (CVE-SP) aponta que os três pacientes diagnosticados moram na capital paulista: são dois homens, de 18 e 21 anos, e uma bebê de 1 ano.

Os novos registros estão vinculados a cadeias de transmissão identificadas e acompanhadas desde junho. As cadeias de transmissão do sarampo mostram o caminho que o vírus faz de uma pessoa doente para uma pessoa saudável.

O monitoramento realizado pelas equipes municipais e estadual, aponta uma tendência de redução da transmissão. Em Guarulhos e São Bernardo do Campo, a vigilância também monitora a possibilidade de encerrar a cadeia de transmissão associada aos casos registrados.

A capital paulista concentra 90% das infecções registradas no estado. O balanço atualizado aponta 36 casos na capital, dois casos em São Bernardo do Campo e um caso em Guarulhos e Santo André.

A baixa adesão à prevenção entre os infectados traz preocupação às autoridades sanitárias. Dos 40 casos identificados no ano, 30 envolveram pessoas sem histórico vacinal ou com o esquema contra o sarampo incompleto.

Prevenção gratuita

A secretaria reforça que a vacinação é a principal e mais segura forma de prevenção contra a doença. O imunizante utilizado é a vacina tríplice viral que, além do sarampo, também garante proteção contra a caxumba e a rubéola.

A vacina é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ser encontrada nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) distribuídas por todos os 645 municípios do estado de São Paulo.

Veja quem deve tomar a vacina:

Crianças

12 meses: primeira dose

15 meses: segunda dose

15 meses a 29 anos

Devem tomar as duas doses da vacina com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

30 a 59 anos

Devem ter pelo menos uma dose da vacina registrada na caderneta.

Trabalhadores da saúde

Devem ter duas doses da vacina, independentemente da idade.

Dose zero para bebês

Aplicada em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

A dose zero pode ser indicada para crianças dessa faixa etária que tiveram contato com pessoas com suspeita ou confirmação de sarampo, conforme avaliação das equipes de vigilância.

A dose zero não substitui as previstas no calendário. Mesmo que seja vacinada antes de completar 1 ano, a criança deverá receber normalmente a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

Matheus Crobelatti*- É estagiário da Agência Brasil. Sob supervisão de Odair Braz Junior.

 

Fonte: EBC Saúde

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