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Unidades prisionais realizam ação de saúde com reeducandos

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Reeducandos da Penitenciária Major Zuzi Alves da Silva, em Água Boa e Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá recebem atendimentos médicos e ações de cuidado com a saúde durante o Novembro Azul, mês de conscientização sobre a saúde masculina.

Na PCE, já foram realizadas diversas consultas, além de 170 exames de sangue. A estimativa é concluir o mês com 275 exames de PSA até o fim de novembro. A ação é realizada pelo Núcleo de Saúde da penitenciária em parceria com a Secretaria de Saúde de Cuiabá e faz o rastreio de câncer de próstata, por meio da coleta para exames de sangue.


Na unidade prisional de Água Boa, a iniciativa foi realizada por meio de palestras educativas sobre a prevenção do câncer de próstata, destacando a importância do cuidado contínuo e da detecção precoce, durante a programação.

A ação incluiu também os atendimentos especializados de saúde, reunindo médicos, técnicos de enfermagem e policiais penais, que contribuíram para a organização e segurança das atividades.


Nas duas unidades prisionais, a programação do Novembro Azul reúne ações de prevenção à doenças e exames clínicos para garantir o bem-estar e a proteção da saúde dos privados de liberdade.

Sob supervisão da jornalista Raquel Teixeira*

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

Fonte: Governo MT – MT

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