Mato Grosso
Traficante alvo da Operação Hidra é preso após ser localizado em hotel em Jericoacoara no Ceará
Mato Grosso
O último alvo da Operação Hidra, deflagrada na quinta-feira (19.2), pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), foi preso nesta sexta-feira (20), em ação conjunta da Polícia Civil de Mato Grosso e Polícia Civil do Ceará, após ser localizado na cidade de Jericoacoara (CE).
O traficante, de 19 anos, que estava com mandado de prisão decretado pela Núcleo 4.0 de Garantias de Cuiabá, foi flagrado em posse de substâncias entorpecentes e dinheiro, sendo também autuado em flagrante por tráfico de drogas.
A operação foi deflagrada com base em investigações da Denarc, conduzidas ao longo dos últimos meses e que identificaram uma rede estruturada de fornecedores de drogas, responsáveis pela comercialização de diversas substâncias ilícitas, atuando com o tráfico interestadual, entre Mato Grosso e Distrito Federal.
O jovem, preso no Ceará, era um dos fornecedores de droga de Cuiabá. Ele atuava com a venda de entorpecentes on-line, mantendo uma loja virtual para a prática da atividade ilícita. Após levantamentos da Polícia Civil de Mato Grosso foi possível identificar a localização do traficante em um hotel em Jericoacoara (CE), sendo as informações repassadas para a Polícia Civil do Ceará.
Após monitoramento, os policiais do Ceará conseguiram localizar o suspeito, que foi flagrado em posse de grande quantidade de cogumelos alucinógenos prontos para venda, R$ 6 mil em dinheiro e aparelhos celulares.
Todo material ilícito foi apreendido e o suspeito conduzido à Delegacia de de Repressão às Ações Criminosas Organizadas da Região Norte (Draco – Norte), onde além de serem tomadas as providências para cumprimento do mandado de prisão, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas
A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.
O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.
Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.
“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.
Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.
“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.
As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.
Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.
Fonte: Governo MT – MT
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