Mato Grosso
Prédios do novo Hospital Universitário Júlio Muller entram em fase de acabamento
Mato Grosso
As obras do novo Hospital Universitário Júlio Müller estão em fase de acabamento dos prédios. A previsão é de que a unidade, que será administrada pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), se torne a maior estrutura hospitalar do Estado, com 58,5 mil metros quadrados de área construída.
O novo hospital está sendo erguido no km 16 da MT-040, entre Cuiabá e Santo Antônio de Leverger, em uma área de 147 hectares. O projeto prevê oito blocos, 228 leitos de internação, 68 leitos de repouso, 63 leitos de UTI, 12 centros cirúrgicos, 85 consultórios e diversas áreas de apoio, como banco de sangue, centro de triagem e unidades de diagnóstico por imagem.
Além dos acabamentos, ainda serão executados outros serviços referentes aos sistemas de água e esgoto do hospital. Quando a obra for concluída, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), vinculada ao Ministério da Educação, será responsável por equipar e administrar a unidade.
O novo hospital é resultado de uma parceria entre a UFMT e a Secretaria de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra-MT), recebendo um investimento conjunto de R$ 221,1 milhões. A unidade será uma referência não apenas no atendimento à população, mas também na formação de profissionais de saúde.
“Restam alguns detalhes para que nós possamos entregar para a EBSERH, que vai fazer a instalação dos equipamentos e o funcionamento do hospital”, afirma o secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira.
A construção do novo Hospital Universitário foi iniciada em 2012, pelo Consórcio Normandia, e deveria ter sido concluída antes da Copa do Mundo de 2014. No entanto, apenas 9% do projeto chegou a ser executado, o que levou à rescisão do contrato e à paralisação da obra por sete anos.
Durante o período de abandono, a estrutura sofreu com alagamentos recorrentes e chegou a ser considerada inviável, em gestões anteriores, devido a problemas de drenagem, captação de água e esgoto.
A partir de 2019, por determinação do governador Mauro Mendes, a Sinfra-MT realizou novos estudos técnicos para avaliar a estrutura existente e encontrar soluções para os problemas do terreno. Toda a parte já construída foi escaneada e reavaliada, o que permitiu o aproveitamento de parte das fundações e a retomada segura das obras.
Em 2020, foi realizada uma nova licitação na modalidade de Regime Diferenciado de Contratação Integrada (RDCi), em que a empresa vencedora é responsável tanto pelos projetos quanto pela execução. O Consórcio JL-MBM venceu o processo e iniciou os trabalhos em novembro de 2021, após a conclusão dos novos projetos executivos.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas
A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.
O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.
Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.
“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.
Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.
“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.
As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.
Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.
Fonte: Governo MT – MT
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