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Polícias Civil e Militar prendem suspeito de estupro em Matupá

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Mato Grosso

Uma ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar de Matupá, nessa quinta-feira (25.12), resultou na prisão de um homem de 26 anos, suspeito de cometer o crime de estupro contra uma mulher de 41 anos, no município.

A vítima procurou a unidade da Polícia Militar acompanhada de familiares, relatando que, após uma confraternização em sua residência, recolheu-se ao quarto para dormir. Segundo o relato, ela despertou ao perceber que estava sendo tocada de forma indevida, constatando que o suspeito tentava manter conjunção carnal sem o seu consentimento. Assustada, a vítima conseguiu se desvencilhar e buscou ajuda imediata.

Após o atendimento inicial, a vítima foi deixada aos cuidados de familiares, enquanto as forças de segurança iniciaram diligências para localizar o suspeito. Durante as buscas, os policiais identificaram indícios de que o investigado estaria escondido em um imóvel, onde foi localizado e preso.

No local, o suspeito foi encontrado dormindo, sendo cientificado sobre o crime pelo qual é investigado e sobre seus direitos constitucionais. Para resguardar a integridade física dos envolvidos, foi necessário o uso de algemas. Durante a ação, foram apreendidos objetos que podem contribuir para a elucidação dos fatos, os quais foram devidamente lacrados e encaminhados para análise pericial.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Matupá, onde permanece à disposição da Justiça para as providências legais cabíveis.

O caso segue sob investigação.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

Fonte: Governo MT – MT

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