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Polícia Militar liberta vítima e conduz dois faccionados por tortura e tentativa de homicídio

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Mato Grosso

Policiais militares do 8º Batalhão libertaram um homem, de 26 anos, vítima de sequestro, tortura e tentativa de homicídio por parte de uma facção criminosa, na noite desta terça-feira (11.11), em Alta Floresta. Na ação, um homem foi preso e um adolescente apreendido. Um terceiro criminoso foi localizado e morreu após entrar em confronto contra os militares.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 8º BPM recebeu denúncias sobre um homem que havia sido sequestrado por membros de uma facção criminosa e que seria executado pelo grupo. De acordo com as informações recebidas, a vítima foi vista em companhia dos suspeitos, em um carro, nas proximidades de uma praça da cidade.

Os militares iniciaram diligências na região e encontraram os suspeitos no momento em que eles desembarcavam do carro, em frente de uma construção inacabada. Dois homens, que estavam com a vítima, foram rendidos e se entregaram. A vítima foi resgatada pelos policiais.

Ainda no local, um terceiro suspeito foi visto se escondendo dentro da construção. Os militares iniciaram procedimento de abordagem, momento em que o criminoso apontou uma arma em direção aos policiais, que revidaram a ação e efetuaram disparos de arma de fogo em resposta a ação do suspeito.

O homem foi atingido e socorrido pela PM, sendo encaminhado até o Hospital Regional da cidade, onde não resistiu aos ferimentos e morreu. Ele foi identificado como Ailton Luis Fernandes, de 25 anos.

Já com os outros dois suspeitos, foram apreendidas porções de drogas e quantia em dinheiro. Eles receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia de Alta Floresta para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

Fonte: Governo MT – MT

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