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Polícia Civil prende homem condenado por roubar agência dos Correios em Guiratinga

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Mato Grosso

Um homem condenado pela Justiça pelo crime de roubo em uma agência dos Correios no município de Guiratinga, foi preso pela Polícia Civil, na tarde de terça-feira (24.2).

A prisão do procurado, de 30 anos, foi realizada pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas, em apoio à Polícia Federal, em um condomínio situado no bairro Ponte Nova, em Várzea Grande.

Durante as investigações, a Polinter foi acionada pela Polícia Federal para apoiar o cumprimento de um mandado de prisão definitiva, referente a sentença condenatória com trânsito em julgado.

Diante da ordem judicial expedida pela 1ª Vara Federal da Comarca de Rondonópolis, a equipe de policiais civis deslocaram-se até o endereço, onde, após monitoramento, efetuaram a prisão do procurado.

Em cumprimento ao mandado judicial, o homem foi conduzido e apresentado para os procedimentos cabíveis, na Superintendência da Polícia Federal, ficando à disposição do Poder Judiciário da União.

Crime praticado

No mês de novembro de 2017, quatro homens armados invadiram uma agência dos Correios da cidade de Guiratinga. O grupo rendeu as vítimas e roubaram o dinheiro que estava nos caixas.

Durante a fuga, um dos criminosos invadiu um Posto de Saúde da Família (PSF) para tentar escapar do cerco policial e atirou várias vezes contra as viaturas. A ação criminosa causou momentos de pânico aos moradores.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

Fonte: Governo MT – MT

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