Mato Grosso
Polícia Civil prende condenado por feminicídio de professora em 2014 em Várzea Grande
Mato Grosso
O autor do homicídio da professora Lucimar Delgado de Moraes ocorrido no ano de 2014, teve o mandado de prisão definitiva cumprido pela Polícia Civil, na manhã desta sexta-feira (20.2), em ação realizada pelos policiais da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol).
O preso, de 39 anos, era ex-companheiro da vítima e estava com a ordem de prisão por condenação decretada pelo feminicídio da vítima, na época de 50 anos de idade.
A prisão ocorreu no bairro Novo Paraíso II, em Cuiabá onde o foragido estava escondido. Com informações sobre o possível paradeiro do procurado, os policiais da Gepol realizaram vários dias de campana até confirmarem sua presença do endereço indicado.
A delegada titular da Gepol, Silvia Maria Pauluzi de Siqueira, destacou a relevância da captura. “Essa prisão é muito importante, pois reforça o compromisso da Polícia Civil no combate ao feminicídio e na responsabilização de autores de crimes dessa natureza”, afirmou.
O preso foi encaminhado para audiência de custódia na capital onde permanece à disposição do Poder Judiciário.
Relembre o caso
O crime que vitimou Lucimar Delgado de Moraes ocorreu no dia 9 de dezembro de 2014, na residência da vítima no bairro Construmat, em Várzea Grande, quando durante uma discussão o condenado agrediu a vítima com diversos golpes de faca.
O crime foi presenciado por uma criança de 9 anos, filha do casal. A irmã da vítima também ficou ferida ao tentar impedir a agressão.
Segundo as investigações, na época dos fatos, o casal estava separado há aproximadamente um ano e meio, porém o ex-marido não aceitava o fim do relacionamento, fato que teria motivado o crime.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas
A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.
O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.
Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.
“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.
Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.
“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.
As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.
Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.
Fonte: Governo MT – MT
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