Mato Grosso
Polícia Civil deflagra Operação Redfall em combate à facção criminosa atuante na região do Araguaia
Mato Grosso
Polícia Civil deflagra “Operação Redfall”, na manhã desta quinta-feira (27.11), a Operação Redfall, destinada ao cumprimento de 14 ordens judiciais, sendo seis mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão domiciliar. Os alvos são investigados por integrar uma facção criminosa, atuante na região do Araguaia.
A investigação, conduzida pela 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças, identificou que o grupo possuía divisão interna de tarefas, hierarquia definida e atuação contínua em crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa, impactando diretamente a segurança local.
Os investigados desempenhavam funções diversas, como repasse de ordens, logística de distribuição de drogas, administração financeira e monitoramento tático de movimentações policiais, demonstrando elevado grau de organização.
Com base nos elementos colhidos ao longo da investigação, o Juízo da 3ª Vara Criminal de Barra do Garças decretou a prisão preventiva dos seis envolvidos identificados na investigação, reconhecendo a gravidade concreta das condutas e o risco de reiteração criminosa. Também foram autorizados mandados de busca e apreensão em oito endereços ligados aos alvos.
A decisão judicial ressaltou que o grupo operava com estrutura típica de facção criminosa, contendo funções de liderança, disciplina interna, administração e atuação operacional em prol do tráfico de entorpecentes.
De acordo com o delegado de Barra do Garças, Matheus Soares Augusto, a Operação Redfall consolida um ciclo de atuação mais firme, estratégico e orientado à desarticulação de facções criminosas locais. “O trabalho reafirma o compromisso da unidade com a repressão qualificada ao tráfico de drogas e ao crime organizado, contribuindo para maior segurança da população. A unidade seguirá empenhada em ações contínuas e integradas, reforçando sua capacidade investigativa e ampliando o enfrentamento às organizações criminosas na região”, destacou o delegado.
Renorcrim
A Operação faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas
A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.
O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.
Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.
“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.
Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.
“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.
As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.
Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.
Fonte: Governo MT – MT
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