Mato Grosso
Polícia Civil cumpre 21 mandados com foco na desarticulação de célula de facção criminosa no interior de MT
Mato Grosso
A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira (10.12), a Operação Ruptura para cumprimento de 21 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão, com o objetivo de desarticular uma célula de uma facção criminosa consolidada nas cidades de Nova Bandeirantes e Nova Monte Verde.
Dentre as ordens judiciais estão 10 mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela 5ª Vara Criminal de Sinop. Os mandados são cumpridos nas cidades de Nova Bandeirantes, Nova Monte Verde e Cuiabá.
As investigações foram conduzidas pela delegacia de Nova Bandeirantes, por meio de apurações técnicas e de inteligência de análise de materiais apreendidos em outras ações policiais, realizadas na cidade, que tiveram como foco a apreensão de drogas, armas munições, valores em espécie, aparelhos celulares e documentos vinculados à facção criminosa.
Com o avanço das investigações, foi possível identificar não só a ligação desse grupo com o tráfico de drogas e crimes correlatos na região como os integrantes que atuavam na base financeira e logística da célula, sendo representado pelas ordens judiciais, que foram deferidas pelas Justiça.
A operação conta com a participação de 40 policiais civis e o apoio de todas as delegacias da Regional de Alta Floresta, e equipe de inteligência.
Ruptura
O nome da operação partiu do objetivo principal que é desarticular a célula regional da facção criminosa, responsável pelo tráfico de drogas na região de Nova Bandeirantes e Nova Monte Verde.
A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas
A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.
O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.
Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.
“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.
Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.
“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.
As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.
Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.
Fonte: Governo MT – MT
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