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Governo de MT entrega Hospital de Alta Floresta: “atendimento ao nível da Capital”, afirma prefeito

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Mato Grosso

O Governo de Mato Grosso inaugurou, na noite desta quinta-feira (26.3), o novo Hospital Estadual do Alto Tapajós, em Alta Floresta, com 162 leitos totais, sendo 40 de UTI.

“Este será o grande Hospital Estadual do Alto Tapajós, para atender, melhorar e ampliar o fornecimento de serviços de saúde aqui na região. Então, para mim, para todos nós, é um orgulho fazer parte desse momento. Eu tenho certeza que todos nós vamos nos orgulhar de tantas e tantas vidas que serão salvas aqui, principalmente, tantas e tantas dores que serão aliviadas aqui nesta nova unidade”, afirmou o governador Mauro Mendes, acompanhado da primeira-dama Virginia Mendes.

A estrutura recebeu o investimento total de R$ 205 milhões e conta com 18 mil m² de área construída. Do total de leitos de UTI, 20 são para adultos, 10 são de UTI pediátrica e 10 de UCI pediátrica.

O prefeito de Alta Floresta, Chico Gamba, considera que a entrega do hospital leva para o interior um atendimento de saúde ao nível da capital.

“E com esse hospital aqui a gente vai diminuir essa correria, esse desconforto das pessoas que precisam de atendimento médico. Não teria um presente melhor que o Governo do Estado poderia dar para Alta Floresta do que um hospital desse porte, que é um cuidado com a saúde que nós teremos aqui dessa magnitude e que está ao nível da Capital”, disse.

Com estrutura moderna e tecnologia de ponta, o Hospital Estadual do Alto Tapajós funcionará como a referência para a região.

“O governo tem esse objetivo: dar mais qualidade de vida para a população. O Estado precisa estar presente na vida da sociedade e isso começou a ocorrer de maneira contínua a partir de 2019”, avaliou o vice-governador Otaviano Pivetta.

Dentre as especialidades previstas para a unidade, estão: oncologia, cardiologia intervencionista, ortopedia, cirurgia geral, pediatria clínica e cirúrgica, urgência e emergência, neurologia e neurocirurgia.

“Estamos entregando um hospital, em uma região que estava carente de um atendimento de saúde. Junto com os demais que vão ser entregues em outras regiões, essa unidade vai ajudar a fazer a saúde funcionar em Mato Grosso. Assim como o Hospital Central já está ajudando em Cuiabá”, avaliou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

O novo prédio foi idealizado para substituir a estrutura do Hospital Regional de Alta Floresta, que atualmente funciona em um local cedido pela Prefeitura Municipal.

A partir da inauguração do Hospital Estadual, as equipes trabalharão no processo de transferência dos serviços. O plano de transição está previsto para ocorrer em aproximadamente 60 dias.

O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, falou de sua alegria ao ver um hospital como este sendo entregue à população.

“Uma obra que vai salvar vidas, uma obra que vai ajudar Sinop, que vai ajudar Cuiabá, porque nós vamos atender o pessoal aqui, não precisa tirar com ambulância, com ônibus, com van. Então isso é muito bom, isso avança o atendimento em saúde, avança a qualidade da saúde no município”, afirmou.

Também participaram os deputados estaduais Dilmar Dal Bosco, Nininho, Diego Guimarães, Beto Dois a Um, Carlos Avallone, os secretários Alan Porto (Educação), Allan Kardec (Seciteci), Coronel César Roveri (Segurança Pública) e prefeitos da região.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

Fonte: Governo MT – MT

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