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Condenado por estupro de vulnerável e estupro é preso pela Polícia Civil em Comodoro

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Mato Grosso

Um homem condenado por crime de estupro de vulnerável e ameaça teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (17.12), em ação realizada pelos policiais da Delegacia de Comodoro.

Considerado foragido da Justiça, o homem de 45 anos estava com o mandado de prisão definitiva decretado pela Segunda Vara Criminal e Cível, para cumprimento de pena restante de 7 anos e um mês em regime fechado.

A prisão ocorreu por volta do meio-dia, após os policiais tomarem conhecimento da ordem judicial e iniciaram as diligências, conseguindo localizar o procurado em uma residência no bairro Loteamento Cidade Verde.

O crime ocorreu em 2016, quando o condenado estuprou a sua enteada, que na época tinha apenas 10 anos de idade, além de ameaçá-la caso contasse para alguém. Na época dos fatos, ele chegou a ser preso, mas meses depois conseguiu passar a responder ao processo em liberdade.

Após ser conduzido à Delegacia para as medidas necessárias, o preso foi encaminhado à Cadeia Pública de Comodoro, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

Fonte: Governo MT – MT

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