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Mato Grosso

Cavalaria da PM prende mulher com entorpecentes, pistola e munições

Publicado em

Mato Grosso

Policiais militares da Cavalaria da PM e do 26º Batalhão prenderam uma mulher, de 32 anos, por tráfico ilícito de drogas e porte ilegal de arma de fogo, na noite desta quinta-feira (26.3), em Nova Mutum. Com a suspeita, foram apreendidas 22 porções de maconha, cocaína e pasta base, uma pistola e 23 munições, e uma quantia de R$ 522 em dinheiro.

As equipes policiais receberam uma denúncia de que uma mulher estava utilizando uma residência como ponto de apoio de uma facção criminosa, no bairro Edelmina Querubim. Diante das informações, os policiais se deslocaram ao endereço indicado e flagraram um homem, que fugiu ao ver a viatura dispensando uma porção de maconha ao solo.

Em seguida, as equipes se aproximaram da residência e flagraram uma mulher, que tentou quebrar o celular ao ver a presença policial. Durante a abordagem, a mulher relatou à PM ser apenas usuária. Na sequência, em busca na residência, os policiais localizaram um tablete e nove porções de maconha, uma porção de pasta base e dez porções de cocaína.

Logo após a localização do material ilícito, a suspeita confessou a comercialização dos entorpecentes a mando de uma facção criminosa. Em um dos cômodos da residência, os militares encontraram uma pistola e 23 munições de calibre .9mm, uma quantia em dinheiro e material de preparo dos entorpecentes.

Diante do flagrante, a suspeita foi encaminhada para a delegacia, junto com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

Fonte: Governo MT – MT

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