Mato Grosso
Batalhão Ambiental da PM prende homem com mais de 340 quilos de pescado ilegal em Cuiabá
Mato Grosso
Policiais militares da 1ª Companhia do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental prenderam, na tarde desta sexta-feira (20.2), um homem de 47 anos por transportar 340 quilos de pescado ilegal em um veículo abordado durante bloqueio no bairro Santa Rosa, em Cuiabá.
A prisão ocorreu por volta das 17h30, durante operação conjunta entre a equipe de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio) e agentes da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), realizada na Avenida Antártica.
Durante o bloqueio, os policiais abordaram um veículo de cor prata que trafegava em atitude suspeita. Na vistoria, foram localizados diversos sacos plásticos no banco traseiro e no porta-malas contendo grande quantidade de pescado congelado.
Questionado, o condutor admitiu não possuir registro de pescador profissional, nem a Guia de Trânsito de Pescado (GTP) ou qualquer documentação que comprovasse a origem legal da carga.
Diante da suspeita de crime ambiental, foi acionada a equipe do Batalhão Ambiental, que realizou a pesagem e identificação das espécies. A perícia administrativa constatou o transporte de 340,68 quilos de pescado, incluindo exemplares de pintado, cachara e jaú, além de pacu, todos armazenados congelados.
O suspeito relatou que o pescado teria sido retirado do Rio Cuiabá, no município de Acorizal.
O veículo foi apreendido por irregularidades administrativas e encaminhado ao pátio da Semob. O suspeito detido e a carga apreendida foram conduzidos à Delegacia Especializada do Meio Ambiente (DEMA), onde foram adotadas as providências legais cabíveis.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas
A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.
O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.
Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.
“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.
Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.
“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.
As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.
Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.
Fonte: Governo MT – MT
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