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Mato Grosso

Batalhão Ambiental da PM apreende caminhão carregado com carga irregular de madeira

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Mato Grosso

A equipe do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental prendeu um homem, de 49 anos, por extração e transporte ilegal de madeira, neste sábado (13.12), em Várzea Grande. Na ação, foram apreendidos 48 metros cúbicos de madeira e um caminhão utilizado pelo suspeito. O homem foi multado no valor de R$ 14.400.

Os policiais receberam uma denúncia de que o condutor de um veículo de carga estava transportando madeira irregular. Diante das informações, a equipe se deslocou até o local indicado, no bairro Canelas.

Os militares flagraram o condutor do caminhão com o material, que estava sendo descarregado em uma marcenaria. Na abordagem, o suspeito confirmou o transporte da madeira, já preparada para a produção de portas.

Questionado sobre a documentação, o envolvido confessou não ter as notas da carga nem a documentação de guia florestal para o transporte. A equipe realizou a medição da carga e foram constatados cerca de 48 metros cúbicos de material.

Após a inspeção, o homem foi conduzido para a delegacia, para as providências cabíveis. O caminhão e a madeira foram encaminhados para o pátio de bens e produtos retidos pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar em qualquer cidade do Estado, sem necessidade de identificação, por meio do 190 ou do 0800 065 3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

Fonte: Governo MT – MT

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