Cultura
Viva Maria se une às homenagens à Malunga Léa Garcia no Carnaval
Cultura
Oi, oi, malungas e malungos que estão ligados nesse nosso programa com a mesma força que, nesta edição se expressa na palavra Malunga de origem banto cujo significado tem a ver com o companheirismo em relação às pessoas com quem compartilhamos nossa caminhada na vida! Não por acaso, a Mocidade Alegre, campeã do Carnaval de São Paulo este ano batizou seu enredo em homenagem à atriz Léa Garcia com o termo “Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra!”

Como bem disse o carnavalesco Caio Araújo : “Léa Garcia merecia ser campeã com essa homenagem.”
Viva Maria compartilha esse mesmo sentimento já que Léa Garcia na arte e na vida foi uma grande “Malunga”.
Léa construiu uma trajetória histórica no teatro, no cinema e na televisão, atravessando gerações e abrindo caminhos para artistas pretos no Brasil.
Mais do que um desfile campeão, a vitória consagra uma memória. A avenida virou palco para celebrar uma mulher preta como deusa, protagonista e símbolo de permanência.
“Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra”. E junto com a gente nesta exaltação está Claudia Alexandre, uma jornalista paulistana, escritora, apresentadora de TV, professora, pesquisadora e doutora em ciência da religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, que pesquisa samba e religiões de matriz africana. Ninguém melhor do que ela para estar com a gente nesta edição!
Cultura
Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís
A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.
Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.
A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.
Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.
A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.
Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.
A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.
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