Cultura
Viva Maria relembra Almerinda Gama e o voto feminino
Cultura
Oi, oi gente amiga desse nosso programa que neste 3 de novembro comemora o Dia da Instituição do Direito de Voto da Mulher, em 1930.

Naquela época éramos cidadãs de segunda categoria, já que não podiamos eleger nossos representantes. O voto era masculino e censitário, ou seja , só tinha direito de de votar quem tivesse uma condição financeira estável. Felizmente hoje o voto é um direito universal no Brasil, não importa o sexo, o gênero, a cor da pele, a etnia ou opção sexual, mas é bom não esquecer que no passado era um privilégio de homens ricos e brancos. E nesta edição Viva Maria abre o livro para um resgate histórico da trajetória de Almerinda Gama. Sufragista e uma das pioneiras da participação de mulheres negras na política brasileira, Almerinda tem sua vida recontada em uma obra escrita pela jornalista Cibele Tenório.
O livro busca romper com as cortinas da invisibilidade que ainda marcam a história das mulheres negras no país. A publicação reafirma o protagonismo de Almerinda Gama na luta pelo direito ao voto e na defesa da igualdade de gênero e raça no Brasil.
Em entrevista Cibele Tenório fala sobre o processo de pesquisa e o encontro com a trajetória de Almerinda, destacando sua importância para o feminismo negro e a história política do país. Além dela o programa ouve a advogada Ligia Fabris que é também professora da FGV Direito Rio, sobre os entraves que comprometem a participação das mulheres na politica nacional.
Cultura
Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís
A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.
Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.
A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.
Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.
A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.
Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.
A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.
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