Cultura
Viva Maria relembra Almerinda Gama e o voto feminino
Cultura
Oi, oi gente amiga desse nosso programa que neste 3 de novembro comemora o Dia da Instituição do Direito de Voto da Mulher, em 1930.

Naquela época éramos cidadãs de segunda categoria, já que não podiamos eleger nossos representantes. O voto era masculino e censitário, ou seja , só tinha direito de de votar quem tivesse uma condição financeira estável. Felizmente hoje o voto é um direito universal no Brasil, não importa o sexo, o gênero, a cor da pele, a etnia ou opção sexual, mas é bom não esquecer que no passado era um privilégio de homens ricos e brancos. E nesta edição Viva Maria abre o livro para um resgate histórico da trajetória de Almerinda Gama. Sufragista e uma das pioneiras da participação de mulheres negras na política brasileira, Almerinda tem sua vida recontada em uma obra escrita pela jornalista Cibele Tenório.
O livro busca romper com as cortinas da invisibilidade que ainda marcam a história das mulheres negras no país. A publicação reafirma o protagonismo de Almerinda Gama na luta pelo direito ao voto e na defesa da igualdade de gênero e raça no Brasil.
Em entrevista Cibele Tenório fala sobre o processo de pesquisa e o encontro com a trajetória de Almerinda, destacando sua importância para o feminismo negro e a história política do país. Além dela o programa ouve a advogada Ligia Fabris que é também professora da FGV Direito Rio, sobre os entraves que comprometem a participação das mulheres na politica nacional.
Cultura
Ferramenta de IA da Ancine vai orientar sobre prestação de contas
A Agência Nacional do Cinema, a Ancine, lançou uma ferramenta de inteligência artificial para orientar profissionais e empresas do audiovisual sobre prestação de contas e fiscalização.

Batizado de Cine Bot, o serviço facilita o acesso a informações sobre a atuação da agência e sobre o setor audiovisual brasileiro, como explica Rian Bessa Lopes, integrante da equipe da Ancine que participou do desenvolvimento da plataforma.
“A principal vantagem, o benefício da ferramenta é que o usuário consegue conversar com a ferramenta utilizando linguagem natural, como se realmente estivesse conversando com uma pessoa. É uma forma bem mais simples e intuitiva de conhecer, esclarecer dúvidas que possam ter sobre a legislação, as normas, os documentos oficiais que são aplicados à área, sem precisar ter o conhecimento aprofundado disso. A ferramenta consegue guiar o usuário, explicar definições, aspectos dessa legislação”.
Rian Lopes explicou que o Cine Bot será implantado em várias fases. Nesta primeira etapa, a plataforma está disponível para servidores e usuários externos e responde a dúvidas sobre prestação de contas de projetos audiovisuais e processos de fiscalização.
O sistema será ampliado gradualmente, incorporando temas como fomento, regulação e mercado audiovisual. Segundo a Ancine, essa fase inicial também servirá para testes e ajustes antes da expansão do serviço.
As consultas podem ser feitas em linguagem natural, sem a necessidade de conhecimento prévio sobre a estrutura documental da autarquia. As respostas são baseadas exclusivamente em documentos e normas internas da Ancine.
O acesso ao Cine Bot pode ser feito no site da Ancine, na aba “Central de Conteúdos”.
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