Cultura
Reveillón no Rio deve atrair 5 milhões de pessoas; confira programação
Cultura
O Réveillon na cidade do Rio de Janeiro pode movimentar cerca de R$ 3,2 bilhões, 6% acima do valor da virada anterior.

Os dados são da prefeitura municipal. A estimativa é que mais de 5 milhões de pessoas participem dos eventos espalhados pela cidade. Somente Copacabana deve ter metade desse público.
Segundo a Riotur, a Empresa de Turismo do Município, o réveillon do Rio é a maior virada do mundo e só perde em movimento econômico para o carnaval.
E os efeitos da festa são diretos sobre setores como hospedagem, alimentação, transporte e serviços, de acordo com a Riotur.
Atrações dos palcos
Em Copacabana, haverá shows de Gilberto Gil e Ney Matogrosso no Palco Rio, o principal da praia, em frente ao Hotel Copacabana Palace.
Também vão se apresentar Alcione, João Gomes e Iza, DJ Alok, Belo e a escola de samba Beija-Flor.
O Palco Samba, na altura da Rua República do Peru, tem apresentações de Roberta Sá, Mart’nália, Diogo Nogueira, o Bloco da Preta e a escola de samba Grande Rio.
No Palco Leme, de música gospel, as atrações serão Midian Lima, Samuel Messias, Thalles Roberto e o grupo de pagode gospel Marcados.
Cultura
Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís
A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.
Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.
A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.
Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.
A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.
Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.
A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.
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