Cultura
Plataforma Kariri Território Criativo conecta agentes culturais no CE
Cultura
Lançada em abril deste ano no Ceará, a Plataforma Kariri Território Criativo dará mais um passo na difusão da produção, da conexão, do mapeamento e de iniciativas culturais das cidades do sul cearense, conhecida como região do Cariri.

A plataforma, que pode ser acessada de graça por meio do endereço kariricriativo.com, funciona como um ambiente digital para conectar empreendedores criativos, produtores culturais, artistas, coletivos, mestres da cultura, pesquisadores e diversos agentes do setor criativo da Região Metropolitana do Cariri cearense.
Circuito Pulsa Cariri
Para incentivar uma maior adesão à plataforma, a Quitanda Soluções Criativas, em parceria com os governos federal e estadual, está realizando uma série de visitas por meio do Circuito Pulsa Cariri.
Nesta quarta-feira (19), gestores públicos, mobilizadores, empreendedores e agentes culturais da cidade de Missão Velha participam de uma programação voltada à formação, à articulação e à construção coletiva de estratégias para fortalecer a economia criativa municipal. Além disso, realizam cadastro no site e acessam os benefícios.
Entre os recursos disponíveis na plataforma estão a divulgação de oportunidades e editais, calendário de eventos e atividades culturais, cursos e formações, além da Rede de Criativos, que permite aos profissionais o cadastro dos perfis e que eles apresentem seus trabalhos e ampliem o networking.
As próximas cidades a receberem o Circuito Pulsar Cariri são Caririaçu, no dia 17 de junho; e Farias Brito, no dia 29 de julho.
Cultura
Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa
Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados
No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.
Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.
Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.
O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

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