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Obra de Mauricio de Sousa vira patrimônio cultural imaterial de SP

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A obra de Mauricio de Sousa, o pai da Turma da Mônica, agora é patrimônio cultural imaterial da capital paulista. A lei foi sancionada pelo prefeito Ricardo Nunes nesta segunda-feira (1º) e reconhece a trajetória de mais de 60 anos do cartunista.

Nascido na cidade de Santa Isabel, Mauricio de Sousa viveu em Mogi das Cruzes antes de se mudar para São Paulo. Começou a carreira no jornalismo policial e, em 1959, publicou a primeira tira com os personagens Bidu e Franjinha. Na sequência, criou Cebolinha e Mônica, que se tornou a protagonista, ou melhor, a dona da rua.

Mais de 400 personagens

Mauricio de Sousa deu vida a um universo de mais de 400 personagens, em histórias em quadrinhos que fizeram parte da alfabetização de gerações de crianças no país. O cartunista completou 90 anos em 27 de outubro e vem recebendo várias homenagens, como a cinebiografia que está em cartaz nos cinemas.

O título de patrimônio cultural imaterial reconhece o alcance da obra de Mauricio de Sousa para além dos gibis: no cinema, na TV, nos games e no teatro. Os estúdios da Mauricio de Sousa Produções, que hoje se chama MSP Estúdios, ficam no bairro da Lapa, na zona oeste da capital paulista.

Homenagem

No ano que vem, a cidade terá 90 esculturas de personagens espalhadas por todas as regiões. O pai da Turma da Mônica ainda será homenageado com um banco no Viaduto do Chá.


Fonte: EBC Cultura

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Flip divulga programação para edição de 2026

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A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), anunciou nesta terça-feira (23) a programação da 24ª edição do evento, que ocorre entre os dias 22 e 26 de julho. Neste ano, a homenageada é a poeta Orides Fontela (foto), que renovou o modernismo e abriu portas para a contemporaneidade, tornando-se conhecida pelo rigor formal com a língua e pela boa recepção da crítica. A trajetória da poeta foi marcada ainda pela precariedade material durante anos, que a deixou inclusive sem moradia.

Entre as atrações do evento estão mais de 20 mesas literárias com autores nacionais e internacionais, oficinas, apresentações artísticas, contação de histórias e ações de mediação de leitura. Alguns escritores de destaque confirmados são Andrea del Fuego, Itamar Vieira Júnior, Socorro Acioli e Milton Hatoum, imortal da Academia Brasileira de Letras.

O evento já dá seus primeiros passos este mês, com o Ciclo da Autora Homenageada, em São Paulo, entre os dias 25 e 27, com quatro encontros sobre a obra de Orides Fontela.

Rita Palmeira, curadora desta edição da Flip, fala sobre a mesa de abertura do ciclo.

“A gente abre o ciclo com uma mesa que é uma mesa de abertura que reúne o Alcides Villaça, que é poeta, professor e um leitor muito fino de poesia, e que estudou com a Orides na USP; e junto a ele Fernando Paixão, que também é poeta e professor. Os dois são dois leitores muito especiais de poesia e em particular da Orides. Então eles fazem essa mesa que é uma apresentação mais geral da Orides”.

O diretor artístico da Flip, Mauro Munhoz, destaca a importância da festa literária.

“A Flip provoca impactos que se desdobram no tempo. No curto prazo, transforma Paraty em um palco de encontros e reflexões que reverberam o país afora. No médio prazo, fortalece economias locais, não só em Paraty, mas fortalece economia e cultura em todo o país. No longo prazo, consolida-se como patrimônio vivo, ampliando horizontes e formando novas gerações de leitores e escritores, fortalecendo assim o pensamento crítico e a própria democracia”.

Outras atrações do evento são Flipinha, FlipZona e FlipEduca, voltadas para a ampliação do acesso à literatura por meio de experiências voltadas a crianças, jovens, educadores e comunidade.
 


Fonte: EBC Cultura

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