Cultura
O Museu da Cultura Cearense é reaberto com exposição sobre quilombolas
Cultura
O Museu da Cultura Cearense, no Centro Dragão do Mar em Fortaleza, reabriu neste fim de semana com a exposição “Quilombolas: Tecendo Territórios de Liberdade”. 

Na mostra, o quilombo é retratado não apenas como espaço histórico, mas também como território de experiências do presente. A exposição apresenta um acervo de 137 agrupamentos do estado cearense.
Uma das curadoras da mostra, Cícera Barbosa, destaca a luta quilombola atual, que atravessa o tempo para além do período colonial.
A mostra compartilha os modos de organização social do povo quilombola por meio de objetos, fotografias, entrevistas com os moradores dos territórios e vídeos, como o registro de crianças apresentando seus quilombos.
Entre as obras está o trabalho de Matheus Ribs, que ressignifica a bandeira nacional, substituindo “ordem e progresso” por “KilomboAldeya”. A curadora fala sobre o conceito da “roça de ideias”, mostrando que a população que está no campo é que são os verdadeiramente ricos.
A exposição fica em cartaz até 25 de julho. A visitação é gratuita: de quarta a sexta, das 9h às 19h , e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 20h. O Museu da Cultura Cearense fica dentro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
Cultura
Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís
A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.
Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.
A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.
Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.
A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.
Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.
A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.
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