Cultura
No Rio, CCJF promove terceira edição do Mulheres em Cena
Cultura
O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), localizado no Rio de Janeiro, realiza, a partir desta terça-feira (3), a terceira edição do Mulheres em Cena, uma série de eventos culturais em homenagem às mulheres, no mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher.

A programação conta com atividades literárias, teatro, música e cinema, abordando temas como memória, ancestralidade, denúncia, afeto e resistência.
Maria de Oliveira, da direção da Divisão de Cultura da instituição, reforça a ideia da mostra:
“O objetivo da mostra é afirmar o protagonismo feminino de uma forma estruturada e também crítica. Não se trata apenas de celebrar, mas de promover reflexões sobre memória, desigualdade, violência, resistência.”
Maria de Oliveira fala também sobre a origem do projeto:
“A mostra nasce de uma equipe de mulheres, sim, trazendo debates contemporâneos e a valorização da presença feminina na cultura. Desde o início, a gente pensa março como um marco na programação anual, mas com a intenção de que esse posicionamento não se encerre no calendário.”
O evento vai até o fim do mês, com algumas atividades pagas e outras gratuitas. A programação completa está no site ccjf.trf2.jus.br.
Cultura
Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa
Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados
No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.
Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.
Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.
O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

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