Cultura
No dia do Rock, cantores celebram arte de emocionar multidões pela voz
Cultura
O canto é prática presente desde os primórdios da humanidade, essencial para a cultura de todas as sociedades. Em cada parte do mundo, ele se personificou de formas diferentes, com estilos musicais distintos.

A profissão de cantor foi regularizada no nosso país com a criação da Ordem dos Músicos no Brasil. Com a Lei nº 3.857 de 22 de dezembro de 1960, a cantora Mayra Albuquerque destaca que essa data vai muito além de comemorar um ofício.
“Eu celebro a minha identidade, então eu toco num ponto íntimo em mim. Eu olho para trás e vejo as minhas conquistas, novos lugares que ocupei, novas experiências que eu adquiri e eu vejo o quanto eu evoluí sendo uma cantora não-artista que transforma talento em profissão, de fato. Então eu tenho muito orgulho, sabe, de celebrar essas vitórias”.
Rock n’ roll
No dia 13 de julho também se comemora o Dia Mundial do Rock, ritmo musical que surgiu em meados dos anos 1950. Elvis Presley, que ficou conhecido como o rei do rock, ajudou a popularizar o ritmo.
Mayra Albuquerque ressalta que soube que queria ser cantora desde o início da vida.
“Olha, eu tenho contato com música, com arte desde sempre, desde muito novo. As minhas referências vieram de casa dos meus pais. Então eu soube desde o início que era o que eu queria para a minha vida.”
Parabéns a todos aqueles que através da voz despertam as emoções mais profundas e intensas dos nossos corações: o dom de emocionar multidões e deixar um rastro de alegria por onde passa não é para qualquer um.
Cultura
Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís
A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.
Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.
A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.
Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.
A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.
Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.
A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.
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