Cultura
Mostra Saci recebe inscrições de filmes sobre o folclore e a cultura
Cultura
O projeto Mostra Saci, voltado para exibição de curtas-metragens que envolvam folclore e cultura popular brasileira, está com inscrições abertas para realizadores independentes de todo o país.

Podem ser inscritas obras produzidas entre 2021 e 2026, com duração de três a 25 minutos, e o principal: dialogar com o folclore brasileiro, seus mitos e lendas, festas, saberes, fazeres e manifestações da cultura popular. A inscrição é gratuita.
O resultado com os filmes selecionados vai ser divulgado no dia 30 de maio, e a exibição online no canal do Youtube “folclorebr” deve ocorrer entre os dias 21 e 25 de agosto. Segundo o regulamento, a mostra acontecerá também na modalidade presencial em agosto, em espaço e datas ainda a serem definidos.
Para participar, os responsáveis pelos curtas devem preencher o formulário de inscrição disponível no site folclorebr.com até próximo dia 27 de março.
Em 2026, a “Mostra Saci – Somando Arte no Cinema Independente” chega à sua quarta edição.
Realizada de forma independente e sem fins lucrativos desde 2023, somente na edição do ano passado o projeto recebeu 193 inscrições, selecionou 48 curtas de 16 estados, e levou exibições presenciais a nove cidades. Versões temáticas da Mostra Saci também chegaram a 19 escolas do país.
Cultura
Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa
Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados
No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.
Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.
Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.
O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

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