Cultura
MNBA inaugura exposição que transforma tapumes em galeria a céu aberto
Cultura
Em reforma, o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, inaugura nesta quinta-feira (4) a exposição “Bela Moderna Contemporânea”, que ocupa os tapumes no entorno do prédio histórico. O local, transformado em uma galeria temporária a céu aberto, rompe com as fronteiras entre o institucional e o urbano, aproximando ainda mais o público das obras. 

Ao todo, a mostra reúne 53 artistas de diversas regiões do país, entre nomes já consagrados, como Rogério Reis e Maya Rodrigues, e outros com pouca circulação nacional.
Marco Antonio Portela, um dos curadores da exposição, fala sobre a diversidade dos trabalhos apresentados.
“A gente chamou para essa ocupação dos tapumes artistas de várias escolas, de vários estilos. Existe uma predominância da imagem fotográfica, porque como os trabalhos são impressos em lambe-lambe, vários artistas optaram pela imagem fotográfica. Mas vamos ter desenho, palavra, técnicas mistas, colagens”.
O curador explica ainda o objetivo da exposição.
“A ideia é uma figura de convite, um trazer o espectador para perto, e com isso a gente espera que o carioca, antes de tudo, sinta prazer em passar pela calçada e estar em contato com as obras, e no segundo momento, quem sabe, se interessar mais pela arte e passar a vir a ser um visitante habitué do museu”.
Quem passar pela exposição “Bela Moderna Contemporânea” pode conhecer ainda a mostra “Breu”, com fotografias de Vicente de Mello, em cartaz na Galeria de Moldagens 2. Todas com entrada gratuita. As atividades fazem parte da programação do Museu Nacional de Belas Artes para manter o contato com a população mesmo durante as obras.
Cultura
Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís
A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.
Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.
A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.
Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.
A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.
Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.
A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.
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