Cultura
Metade dos brasileiros não lê livros, aponta pesquisa
Cultura
Neste 7 de Janeiro é comemorado o dia do leitor. A celebração foi criada para homenagear a fundação do jornal cearense “O Povo” nessa mesma data, em 1928, pelo poeta e jornalista Demócrito Rocha. 

No Brasil, uma pesquisa do Instituto Pró-Livro, realizada em 2024, aponta que mais da metade dos brasileiros não lê livros. O hábito da leitura está cada vez mais raro entre os brasileiros. Num mundo ultraconectado e com excesso de estímulos de vídeos curtos em redes sociais, pegar um livro para ler se tornou algo desafiador. Para a tradutora e mediadora de leitura, Manuela Siqueira, os livros nos tiram da bolha de pensamento criada pelas redes sociais.
Ações coletivas como frequentar bibliotecas públicas ou participar de clubes de leitura podem incentivar o hábito de ler. Para a editora e mediadora Luara França, fazer parte de um clube do livro pode ser um pontapé inicial para se descobrir leitor.
Encontrar outros leitores que gostam do mesmo tipo de literatura também pode estimular a leitura. É o caso do Martim Cordeiro, que participa de um clube de livros de ficção científica desde 2023.
A pesquisa do Instituto Pró-Livr aponta que mais da metade da população não leu nenhum livro, impresso ou digital. De cada dez brasileiros, sete não completaram nenhuma leitura. Procurar um livro sobre um assunto que seja do interesse e deixar o celular longe na hora de ler podem ser boas estratégias para não abandonar a leitura…
*Com colaboração de Daniel Melo, da Rádio Nacional em São Paulo
Cultura
Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís
A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.
Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.
A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.
Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.
A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.
Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.
A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.
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