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Maceió recebe festival de mulheres percussionistas

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Maceió recebe alguns grupos percussivos nordestinos formados por mulheres para o 3º Festival Yá Dandara: Vozes e Ritmos do Feminino. 

O encontro gratuito começou nesta sexta-feira (10), e, até sábado (11), promove várias vivências percussivas, debates, feira de empreendedoras e gastronomia afro no Museu Theo Brandão, no centro da capital alagoana. 

O foco desta terceira edição é fortalecer a rede de cooperação entre mulheres percussionistas do Nordeste e a preservação do patrimônio imaterial.

Nesta sexta, acontecem oficinas de Maracatu e Tambor para participantes já inscritos previamente. No sábado, a partir das 10h, acontece a Gira de Saberes; uma mesa de diálogo aberta ao público que reúne lideranças da percussão feminina de Alagoas, Sergipe, Bahia e Pernambuco. 

Encerrando a programação, a partir das 16h, o palco do museu recebe os shows dos grupos Baque Alagoano e Maracatu Yá Dandara, de Alagoas; o Samba de Pareia, de Sergipe; as baianas de Yayá Muxima e o Tambores de Saia, de Pernambuco.

A programação completa está no perfil oficial do evento no instagram.
 




Fonte: EBC Cultura

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Flip divulga programação para edição de 2026

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A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), anunciou nesta terça-feira (23) a programação da 24ª edição do evento, que ocorre entre os dias 22 e 26 de julho. Neste ano, a homenageada é a poeta Orides Fontela (foto), que renovou o modernismo e abriu portas para a contemporaneidade, tornando-se conhecida pelo rigor formal com a língua e pela boa recepção da crítica. A trajetória da poeta foi marcada ainda pela precariedade material durante anos, que a deixou inclusive sem moradia.

Entre as atrações do evento estão mais de 20 mesas literárias com autores nacionais e internacionais, oficinas, apresentações artísticas, contação de histórias e ações de mediação de leitura. Alguns escritores de destaque confirmados são Andrea del Fuego, Itamar Vieira Júnior, Socorro Acioli e Milton Hatoum, imortal da Academia Brasileira de Letras.

O evento já dá seus primeiros passos este mês, com o Ciclo da Autora Homenageada, em São Paulo, entre os dias 25 e 27, com quatro encontros sobre a obra de Orides Fontela.

Rita Palmeira, curadora desta edição da Flip, fala sobre a mesa de abertura do ciclo.

“A gente abre o ciclo com uma mesa que é uma mesa de abertura que reúne o Alcides Villaça, que é poeta, professor e um leitor muito fino de poesia, e que estudou com a Orides na USP; e junto a ele Fernando Paixão, que também é poeta e professor. Os dois são dois leitores muito especiais de poesia e em particular da Orides. Então eles fazem essa mesa que é uma apresentação mais geral da Orides”.

O diretor artístico da Flip, Mauro Munhoz, destaca a importância da festa literária.

“A Flip provoca impactos que se desdobram no tempo. No curto prazo, transforma Paraty em um palco de encontros e reflexões que reverberam o país afora. No médio prazo, fortalece economias locais, não só em Paraty, mas fortalece economia e cultura em todo o país. No longo prazo, consolida-se como patrimônio vivo, ampliando horizontes e formando novas gerações de leitores e escritores, fortalecendo assim o pensamento crítico e a própria democracia”.

Outras atrações do evento são Flipinha, FlipZona e FlipEduca, voltadas para a ampliação do acesso à literatura por meio de experiências voltadas a crianças, jovens, educadores e comunidade.
 


Fonte: EBC Cultura

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