Cultura
Literatura potente de Ana Paula Maia é finalista do Booker Prize 2026
Cultura
A brasileira Ana Paula Maia, nascida em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, é uma das selecionadas da primeira lista de finalistas do Booker Prize 2026, um dos mais importantes prêmios literários do mundo. A autora e roteirista foi escolhida pelo livro “Assim na terra como embaixo da terra”, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura em 2018.

A obra narra o cotidiano de uma colônia penal isolada, em vias de desativação. O local, que deveria socializar os detentos para a reinserção na vida em comunidade, acabou se transformando em uma espécie de campo de extermínio.
Ana Paula também é autora de “O Habitante das Falhas Subterrâneas”, “De Gados e Homens” e da trilogia” A Saga dos Brutos”. Seus livros foram publicados na Alemanha, Argentina, França, Itália, Sérvia, Estados Unidos e Espanha. A escritora também tem diversos contos publicados em antologias e trabalhou como roteirista em variados projetos para televisão, cinema e teatro.
Nas redes sociais, a editora Record, responsável pela publicação de “Assim na terra como embaixo da terra”, ressaltou que, com a indicação, Ana Paula Maia ganha destaque internacional e leva para o mundo uma literatura potente.
Cultura
Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís
A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.
Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.
A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.
Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.
A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.
Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.
A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.
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