Cultura
Itamaraju, no sul da Bahia, recebe sessões gratuitas do Cine Petrobras
Cultura
O projeto de audiovisual itinerante gratuito, o Cine Petrobras, encerra as sessões de cinema na Região Nordeste neste domingo (3) e segunda-feira. As sessões na cidade baiana de Itamaraju contarão com exibição de dois filmes infantis de sucesso nas telonas: “Divertida Mente 2” e “Smurfs”, e acontecerão na praça Castelo Branco.

A carreta tem recursos de acessibilidade audiovisual e espaço para cadeirantes, sala de cinema climatizada, equipada com sistema de som e imagem digitais, e cabine de distribuição de pipoca e refrigerante. O projeto fica dois dias em cada cidade. Durante o dia, são exibidas quatro sessões gratuitas, direcionadas exclusivamente às escolas e instituições públicas da localidade. À noite, as sessões são abertas ao público em geral.
O projeto Cine Petrobras 2026 vem percorrendo várias cidades brasileiras desde o início de março e passará por 10 estados até o fim de junho, contemplando 30 municípios. Após passar por seis estados nordestinos, a Carreta segue agora para cidades dos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.
A primeira parada no Sudeste é nas cidades capixabas de Linhares, Anchieta e Itapemirim entre os dias 7 e 15 de maio.
O calendário completo por onde a Carreta vai passar está disponível no Instagram @ceparcutlural, que é a produtora que executa o projeto, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, em parceria com as prefeituras das cidades.
Cultura
Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa
Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados
No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.
Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.
Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.
O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

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