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História e ancestralidade do Rio Vermelho é tema de mostra em Salvador

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25 artistas baianos se reuniram com um mesmo objetivo: resgatar a ancestralidade, a história e a memória do Centro Histórico e do Rio Vermelho, em Salvador. A partir daí, surgiu a mostra “Pelourinho: Ecos de Pedra, Mar e Encantaria do coração da cidade ao Rio Vermelho”.

A exposição faz parte do projeto Arte em Toda Parte, e está em cartaz na Confraria das Ostras, no Rio Vermelho.

Participam do projeto os artistas Uncas Celuque, Fred Sá, Gabriela Cruz, Pico Garcez, Vini Dendê e o Coletivo Fuerza Natura, além da curadora do Projeto Arte em Toda Parte, Tati Sampaio, entre outros.

E para compor os trabalhos, os expositores escolheram uma série de linguagens artísticas como uso de cerâmica, pintura e escultura, que refletem as heranças afrodiaspóricas e os vestígios urbanos do Pelourinho, marco da história do Brasil e da Bahia.

Segundo Tati Sampaio, o conceito central da mostra está ligado à encantaria, elemento presente em diversas tradições culturais brasileiras e que representa aquilo que transcende a matéria.

A exposição fica em cartaz até 4 de julho.


Fonte: EBC Cultura

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Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís

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A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.

Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.

A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.

Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.

A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.

Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.

A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.


Fonte: EBC Cultura

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