Cultura
Flipei: festa de literatura independente começa amanhã em São Paulo
Cultura
No centro da capital paulista, começa nesta quarta-feira (5) a 8ªedição da Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (Flipei). O evento é gratuito e acontece até domingo. 

Nomes de forte projeção internacional e nacional foram convidados para debater os rumos da política, da literatura e dos movimentos sociais.
Nas mesas de conversa temas como os ataques israelenses à Palestina, maternidade, tarifa zero, saúde mental, direito ao aborto, violência racial e de gênero, inteligência artificial e publicações independentes.
A exposição Funk: um Grito de Ousadia e Liberdade será remontada durante o festival literário. A mostra foi encerrada de forma antecipada no Museu da Língua Portuguesa em maio, após ataques de parlamentares de extrema direita e investigações do Ministério Público.
Como novidade, a Flipei abre espaço para o esporte popular como forma de resistência, ferramenta de ação social e cuidado coletivo. Serão realizados campeonatos de pebolim e o boxe popular.
Outra atração é a Zona Piratinhas, com foco no acolhimento de crianças, pais e outros responsáveis.
A programação terá mais de 180 convidados distribuídos em 65 mesas de debates, mais de 150 expositores, cerca de dez atrações musicais, além de sarau, jogos e exibições de filmes.
*Com informações da Agencia Brasil
Cultura
Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa
Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados
No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.
Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.
Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.
O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

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