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Cultura

Festival Psica celebra o Retorno da Dourada em Belém, capital do Pará

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Recentemente, o Festival Psica recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial de Belém pela Câmara dos Vereadores da capital paraense. Jeff Dias, diretor do Festival Psica, explica o tema do festival deste ano, chamado de Retorno da Dourada.

“A gente falou no ano passado da descida da dourada. É, a dourada é esse peixe que a gente tá acostumado a comer no Ver-o-Peso, com açaí e tal. É um peixe muito afetivo que faz parte do nosso dia-a-dia, do nosso cotidiano. Esse peixe carrega uma história muito legal. Uma história de conexão amazônica, né? Esse peixe nasce lá no pé dos Andes, no Peru, onde nasce o Rio Amazonas e vem percorrendo toda essa região do Peru, passando pelo Equador, passando pela Colômbia, até chegar no Pará.”

A dourada de água doce faz um trajeto pelas águas brasileiras e volta ao Peru, o que ressalta a conexão da Pan Amazônia e todos os territórios que a compõem. Esta é a mensagem que o tema do evento transmite.

O festival tem simbolismos que remetem à tradição cultural amazônica e é conhecido por prestigiar artistas regionais periféricos além da pluralidade e inovação. Gerson Júnior, organizador da iniciativa, reafirma que o evento valoriza os artistas locais:

“Tem artista grande que vai tocar cedo porque a gente valoriza os nossos artistas e os nossos artistas estão nas posições de destaque também. Essa é uma estratégia para fazer a galera chegar cedo e prestigiar os nossos artistas.”

Agora, como patrimônio cultural, o Psica tem uma missão de ser não apenas um festival, mas um movimento que celebra a diversidade, fortalece a cena independente e projeta Belém como referência cultural no Brasil e no mundo.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Tião Simpatia estreia na literatura infantil

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Oi, oi gente amiga deste nosso programa que  na véspera do último dia do mês promete correr para o abraço pra dentre outras coisas captar as melhores energias que estão a coroar a trajetória de um grande poeta popular que ficou conhecido mundo afora por seu trabalho no enfrentamento à violência doméstica contra a mulher! 

Depois do cordel que fez sobre a Lei Maria da Penha popularizando a 11.340 e a própria Maria da Penha que emprestou seu nome a essa lei de enfrentamento à violência contra a mulher, Tião Simpatia agora estreia com o Cordel do abraço na literatura infantil, coisa mais linda! E eu encontrei com ele em São Paulo numa situação inusitada: ambos estávamos querendo garantir o nosso lugar na fila pra não perdermos o “ trem”, ou melhor, o avião em Congonhas onde ele acabara de participar da Bienal do livro, não é pouca coisa não !

Seja  muito bem-vindo ao nosso Viva Maria! 


Fonte: EBC Cultura

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