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Cultura

Festival Kebrada começa nesta quarta-feira (17) em São Luís

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O maior festival de cultura de rua do Maranhão começa nesta quarta-feira (17). É a 8ª edição do Festival Kebrada, que acontece em São Luís, no Centro Cultural Vale Maranhão, que fica no Centro Histórico da capital.

Até o próximo sábado, o espaço cultural recebe uma intensa programação gratuita com shows, batalhas, slams, dança, discotecagem e tudo mais que a cultura urbana periférica maranhense agrega na sua identidade.

A abertura nesta quarta-feira (17) começa a partir das 19h. Estão previstas a apresentação do DJ MTS, seguido de batalha de MCs e encerrando com o show do rapper e produtor musical, Adys.

Outro destaque do evento é o mural de grafite, que é produzido durante os quatro dias do evento e que vai emoldurar o pátio do Centro Cultural até a próxima edição do Kebrada, no final de 2026. Este ano, foram convidados cinco artistas da arte urbana maranhense, entre eles o multiartista Caju Moura e as grafiteiras Geiza Soares e Lea Pac.

Quem faz o show de encerramento no sábado, a partir das 21h30, é o rapper Rapadura, pioneiro ao unir rap e cultura tradicional nordestina. O artista construiu um estilo singular que o levou a parcerias com O Rappa, Alok, BaianaSystem e à indicação ao Grammy Latino.

A programação do 8º Festival Kebrada está disponível no Instagram @centroculturalvalemaranhao.




Fonte: EBC Cultura

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Salvador recebe exposição Atlântico Sertão a partir desta terça-feira

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Uma celebração ao Sertão brasileiro por meio do olhar de cerca de 80 artistas contemporâneos das mais variadas linguagens artísticas. Essa é a proposta da exposição Atlântico Sertão, que será aberta ao público nesta terça-feira (29), no Museu de Arte da Bahia, depois de passar pela capital paulista. O museu está localizado no Corredor da Vitória, em Salvador.

A mostra gratuita, que ficará em cartaz até 29 de janeiro do ano que vem, revisita o Atlântico costeiro, historicamente marcado pelas influências impostas e pela violência colonial; e o Sertão, frequentemente associado a um espaço isolado e à marginalização como espaços de criação, circulação de saberes e resistência em defesa dos direitos humanos.

Idealizada pela mestra e doutoranda em Direito pela Universidade de Brasília Marina Maciel, que desenvolve pesquisas sobre a arte como meio de defesa dos direitos humanos, Atlântico Sertão tem curadoria de Marcelo Campos.

Partindo do sentido metafórico do verso “O sertão está em toda parte”, apresentado por Guimarães Rosa em “Grande Sertão: Veredas”, a mostra se baseia nas pesquisas acadêmicas de Marina. Entre as obras que compõem o projeto, há trabalhos realizados especialmente para a exposição, dos artistas Rose Afefé, Biarritzzz, Alê Siqueira, Maré de Matos e Rebeca Miguel.

Por meio de núcleos curatoriais, os artistas convidados de várias regiões do país, em sua maioria do Norte e do Nordeste, abordam temas como ancestralidade, espiritualidade, comunidade, meio ambiente e identidade, mas se distanciando de estereótipos sobre o sertão, apresentando o ambiente sertanejo também como um território de tecnologia, inovação e preservação ambiental. O diálogo entre público e artistas acontece por meio de pinturas, esculturas, fotografias, vídeos e instalações para refletir essas duas geografias.

Após a temporada em Salvador, Brasília deve receber “Atlântico Sertão”, no primeiro semestre do ano que vem.


Fonte: EBC Cultura

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