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Cultura

Festival dos Povos da Floresta divulga produção cultural da Amazônia

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Em Belém, o Festival dos Povos da Floresta divulga a produção cultural da Amazônia, de graça, até o próximo domingo (29). Com o objetivo de ampliar o circuito cultural para além do eixo sul-sudeste, o evento reúne uma programação gratuita com diferentes linguagens artísticas, de oficinas de fotografia e vídeo a exposições e apresentações musicais.

A primeira edição do festival apresenta as vozes amazônicas em suas diferentes expressões artísticas. O evento surgiu como um ponto de encontro entre artistas, comunidades tradicionais e o público em geral.

Fabiana Gomes, que representa a Rio Terra, organização idealizadora do festival, fala sobre o caráter itinerante do evento, que já reuniu 60 artistas e grupos para um público de quase 30 mil pessoas:

“Levado para diversos estados da Amazônia, já passou por Porto Velho, por Boa Vista, por Macapá e chega aqui em Belém. E, por onde a gente passou, esse festival, que foi idealizado pela Rio Terra, ganhou força e cada vez mais forma com a colaboração de diversos artistas, profissionais. E, aqui no Pará, a gente chega no Museu da Imagem e do Som de Belém e também no Teatro Estação Gasômetro.”

Programação

Hoje (26) e amanhã (27), o Teatro Gasômetro é palco de atrações musicais conhecidas, como a vencedora do Grammy Latino, a cantora Tulipa Ruiz, e o músico Felipe Cordeiro, que comanda o Baile do Mestre Cupijó. Artistas da cena amazônica também marcam presença, como o grupo de carimbó Suraras do Tapajós, o conjunto Tambores do Pacoval e a cantora indígena Djuena Tikuna, que cantou o Hino Nacional em língua Tikuna nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Ela fala sobre a visibilidade que o Festival dos Povos da Floresta traz para os artistas indígenas:

“Ecoamos a nossa luta, a nossa resistência, trazemos a nossa verdade, o canto dos povos originários. Então, eu estou aqui representando não só o meu povo, mas também todos os povos originários da Amazônia, do Brasil. Porque quando uma artista está dentro de um palco, de um festival que tem essa possibilidade de dar visibilidade para a artista indígena, nós estamos ali representando os povos originários, os povos indígenas. Então, estou muito feliz de estar participando.”

Além de música e das oficinas já realizadas, o festival também traz uma exposição com obras de mais de 40 artistas da região Norte no Museu da Imagem e do Som, em Belém.


Fonte: EBC Cultura

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Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís

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A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.

Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.

A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.

Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.

A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.

Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.

A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.


Fonte: EBC Cultura

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