Cultura
Festival de Cinema de Berlim tem dez produções brasileiras
Cultura
A edição de número 76 do Festival Internacional de Cinema de Berlim segue até domingo (22), e o Brasil tem dez produções na programação do evento. Chama a atenção o fato de que metade delas foi dirigida por mulheres. Também se destaca a origem dessas produções, que são de fora do eixo Rio-São Paulo: há filmes do Ceará, de Minas Gerais e do Piauí.

Recursos
Nove das películas exibidas receberam recursos das políticas públicas de fomento ao audiovisual. No total, foram investidos cerca de R$ 12,9 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual e R$ 7,6 milhões da Lei do Audiovisual.
Entre as produções contempladas está “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, de Janaína Marques. O filme, do Ceará, foi selecionado para a Mostra Fórum, voltada a obras mais experimentais e autorais.
Três películas nacionais exibidas na mostra voltadas ao público infantojuvenil também contaram com investimentos públicos: “A Fabulosa Máquina do Tempo”, de Eliza Capai; “Papaya”, de Priscilla Kellen; e “Feito Pipa”, de Allan Deberton.
Segundo a Ancine, a Agência Nacional do Cinema, no ano passado, 367 filmes brasileiros foram exibidos para mais de 11 milhões de espectadores. O lucro gerado foi de R$ 215.
Políticas públicas
A presença do cinema brasileiro em premiações internacionais como o Oscar, com indicações a quatro categorias neste ano com o filme “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, é um exemplo dos resultados a longo prazo das políticas públicas de incentivo ao audiovisual nacional.
No ano passado, o Brasil conquistou o Urso de Prata, o Grande Prêmio do Júri, em Berlim, com o filme “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro. Em 2025, foram exibidas 12 produções brasileiras na Berlinale; neste ano, são dez.
A mostra competitiva do Festival Internacional de Cinema de Berlim deste ano não conta com filmes nacionais, mas há duas produções internacionais dirigidas por cineastas brasileiros que concorrem ao prêmio principal. “Rosebush Pruning”, do cearense Karim Aïnouz, e “Josephine”, de Beth de Araujo, estão na disputa pelo Urso de Ouro. O resultado será divulgado neste sábado (21).
Cultura
Viva Maria: Tião Simpatia estreia na literatura infantil
Oi, oi gente amiga deste nosso programa que na véspera do último dia do mês promete correr para o abraço pra dentre outras coisas captar as melhores energias que estão a coroar a trajetória de um grande poeta popular que ficou conhecido mundo afora por seu trabalho no enfrentamento à violência doméstica contra a mulher! 

Depois do cordel que fez sobre a Lei Maria da Penha popularizando a 11.340 e a própria Maria da Penha que emprestou seu nome a essa lei de enfrentamento à violência contra a mulher, Tião Simpatia agora estreia com o Cordel do abraço na literatura infantil, coisa mais linda! E eu encontrei com ele em São Paulo numa situação inusitada: ambos estávamos querendo garantir o nosso lugar na fila pra não perdermos o “ trem”, ou melhor, o avião em Congonhas onde ele acabara de participar da Bienal do livro, não é pouca coisa não !
Seja muito bem-vindo ao nosso Viva Maria!
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