Cultura
Copa: Salvador terá telões e shows nos dias dos jogos do Brasil
Cultura
Em junho, o xadrez tradicional terá que dividir as cores das indumentárias nos arraiais Brasil afora com as cores tradicionais da bandeira nacional, já que os Festejos Juninos no país acontecem durante o calendário da Copa do Mundo da Fifa deste ano.

Em Salvador, na Bahia, a Prefeitura anunciou os espaços que terão telões e shows gratuitos nos dias dos jogos do Brasil na Copa.
Serão 5 telões instalados em 5 bairros da capital baiana. Durante o mundial, no dia dos jogos do Brasil na primeira fase, haverá telões instalados em Paripe, na Praça João Martins; Cajazeiras, no Campo da Pronaica; Itapuã, na Avenida Dorival Caymmi; Ribeira, no final de linha do bairro, além de um quinto telão em pleno Arraial Junino promovido pela Prefeitura, na Rua Chile, no Centro Histórico da Cidade.
A expectativa é que esses locais reúnam milhares de baianos e turistas para acompanhar os jogos.
Na estreia do Brasil contra o Marrocos, em 13 de junho, dia de Santo Antônio, o espaço montado em Cajazeiras vai receber a Banda Timbalada para complementar a festa da torcida durante a transmissão do jogo da seleção brasileira. A partida está prevista para começar às 19h, horário de Brasília.
O Brasil é cabeça de chave do Grupo C na Copa do Mundo FIFA 2026, com sede nos Estados Unidos, Canadá e México. Todas as partidas da equipe brasileira acontecem em solo americano. Além do jogo contra o Marrocos, em Nova Jersey, o Brasil enfrenta o Haiti, no dia 19 de junho, às 21h30e, na Filadélfia e encerra a primeira fase em 24 de junho, dia de São João, às 19h, na cidade de Miami.
Cultura
Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa
Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados
No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.
Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.
Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.
O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

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