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Ceará será palco de um grande festival de dança, entre 24/10 e 01/11

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O estado do Ceará será palco de um grande festival de dança, a partir do dia 24. É a 15ª edição da Bienal Internacional de Dança do Ceará, que será realizada até o dia 1 de novembro, na capital Fortaleza e mais sete cidades do estado: Paracuru, Trairi, Itapipoca, Pacatuba, Pacajus, Baturité e Guaramiranga. 

O evento, dividido por vários países, ocorre desde maio, e já passou por Cabo Verde, Portugal e França, em uma grande celebração de ritmos e estilos.

João Paulo Pinho, diretor executivo do evento, explica que o festival surgiu em um contexto de luta por políticas públicas:

“A Bienal ela foi criada no ano de 97. Foi criada a partir, o fruto de uma demanda da classe artística, da classe artística da dança sobretudo, que reivindicava políticas públicas para a dança, num movimento que é considerado também num momento da nossa história que é considerado um marco nas políticas culturais, em que se tinham algumas políticas que começavam a se desenhar pro teatro e pro audiovisual principalmente. E pouca coisa na época tinha se pensado para dança”.

O diretor fala, ainda, sobre os propósitos da bienal: “O objetivo principal da Bienal de Dança, são vários na verdade. O maior, vamos dizer assim, é o apoio à classe artística da dança contemporânea, mas também a democratização do acesso a essa arte coreográfica”.

Ele acrescenta que o festival reúne inúmeras atrações nacionais e internacionais. E destaca alguns dos grandes talentos brasileiros:

“Eu posso citar aqui por exemplo alguns como a Clarice Lima, que é uma cearense radicada em São Paulo, que desenvolve um trabalho também há muito tempo na cidade e que tem uma relação muito íntima com a bienal de dança do Ceará. A gente tem a Luciana Lara, que vem de Brasília, a gente tem artistas vindos do Rio Grande do Norte também”.

A 15ª edição da Bienal Internacional de Dança do Ceará é apresentada pelo Ministério da Cultura, Governo do Estado do Ceará, Enel Distribuição Ceará e Petrobras, por meio do programa Petrobras Cultural. Toda programação do evento tem acesso gratuito


Fonte: EBC Cultura

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Flip divulga programação para edição de 2026

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A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), anunciou nesta terça-feira (23) a programação da 24ª edição do evento, que ocorre entre os dias 22 e 26 de julho. Neste ano, a homenageada é a poeta Orides Fontela (foto), que renovou o modernismo e abriu portas para a contemporaneidade, tornando-se conhecida pelo rigor formal com a língua e pela boa recepção da crítica. A trajetória da poeta foi marcada ainda pela precariedade material durante anos, que a deixou inclusive sem moradia.

Entre as atrações do evento estão mais de 20 mesas literárias com autores nacionais e internacionais, oficinas, apresentações artísticas, contação de histórias e ações de mediação de leitura. Alguns escritores de destaque confirmados são Andrea del Fuego, Itamar Vieira Júnior, Socorro Acioli e Milton Hatoum, imortal da Academia Brasileira de Letras.

O evento já dá seus primeiros passos este mês, com o Ciclo da Autora Homenageada, em São Paulo, entre os dias 25 e 27, com quatro encontros sobre a obra de Orides Fontela.

Rita Palmeira, curadora desta edição da Flip, fala sobre a mesa de abertura do ciclo.

“A gente abre o ciclo com uma mesa que é uma mesa de abertura que reúne o Alcides Villaça, que é poeta, professor e um leitor muito fino de poesia, e que estudou com a Orides na USP; e junto a ele Fernando Paixão, que também é poeta e professor. Os dois são dois leitores muito especiais de poesia e em particular da Orides. Então eles fazem essa mesa que é uma apresentação mais geral da Orides”.

O diretor artístico da Flip, Mauro Munhoz, destaca a importância da festa literária.

“A Flip provoca impactos que se desdobram no tempo. No curto prazo, transforma Paraty em um palco de encontros e reflexões que reverberam o país afora. No médio prazo, fortalece economias locais, não só em Paraty, mas fortalece economia e cultura em todo o país. No longo prazo, consolida-se como patrimônio vivo, ampliando horizontes e formando novas gerações de leitores e escritores, fortalecendo assim o pensamento crítico e a própria democracia”.

Outras atrações do evento são Flipinha, FlipZona e FlipEduca, voltadas para a ampliação do acesso à literatura por meio de experiências voltadas a crianças, jovens, educadores e comunidade.
 


Fonte: EBC Cultura

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