Cultura
Brejo paraibano recebe festival Raízes do Brejo até domingo
Cultura
A cerca de duas horas e meia da capital paraibana, João Pessoa, existe uma região que surpreende quem imagina o Nordeste apenas como terra de sol forte e paisagem seca. É o Brejo paraibano, uma área de clima ameno que recebe turistas de todos os lugares, interessados em conhecer a história, arte, tradições, costumes e gastronomia local.

O turismo cultural fortalece a economia de cidades da região por meio de eventos como o Raízes do Brejo, que em sua 7ª edição movimenta dez cidades com programação gratuita. A iniciativa é promovida pelo Fórum Regional de Turismo Sustentável do Brejo Paraibano, com apoio do Governo do Estado. De acordo com a organização, o evento leva em média dez mil pessoas a cada município participante, totalizando cerca de cem mil visitantes. O Raízes do Brejo gera emprego e renda, valoriza o comércio, o artesanato e os artistas da região, como destaca o presidente do Fórum Regional, Josenildo Fernandes.
“A partir do momento que a gente divulga o município, leva turistas, pessoas para o município em busca desse evento, eles acabam divulgando o município como um todo. Então a rota, ela é bem importante para a divulgação do turismo local, como também aquecer a economia, como toda essa economia que vai gerando a partir dos pequenos negócios, dos artesãos, dos ambulantes que vendem, e também ativar negócios como pousadas, receptivos, guias de turismo”, diz
A sétima edição do Raízes do Brejo termina no dia 28 de dezembro, no município de Pilõezinhos.
Cultura
Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa
Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados
No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.
Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.
Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.
O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

Confira no player.
-
Política6 dias atrásCoronel Fernanda diz que prioridade do PL é eleger Flávio Bolsonaro: “meu interesse é coletivo”
-
Política6 dias atrásFabinho Tardin oficializa candidatura e disputa novo mandato como deputado estadual
-
Entretenimento7 dias atrásBruna Biancardi exibe barriguinha da terceira gravidez em look fitness
-
Mato Grosso7 dias atrásProjeto do MPMT reforça papel dos homens no enfrentamento à violência
-
Entretenimento7 dias atrásTàmires Assîs se apresenta como Cunhã-Poranga do Boi Garanhão em festival
-
Política6 dias atrásMichelle Bolsonaro sela apoio a Medeiros e reafirma: “Meu marido escolheu”
-
Saúde7 dias atrásCasos de sarampo sobem para 16 em São Paulo
-
Opinião7 dias atrásO futuro do varejo passa por Cuiabá
