Várzea Grande
Educação dá início às obras de construção de Espaço Esportivo Comunitário no bairro Capão do Pequi
Várzea Grande
O Secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Igor Cunha formalizou o início das obras de construção de um espaço esportivo para atender a comunidade do bairro Capão do Pequi. A Ordem de Serviço nº 009/25 foi publicada no Diário Oficial do município no início de dezembro.
De acordo com o secretário, a comunidade local do Capão do Pequi vai ser atendida pela gestão Flávia Moretti/Tião da Zaeli que, em parceria com o Governo Federal, vai entregar à população um moderno complexo esportivo e de lazer. “A obra contempla a construção de um complexo esportivo com campo de futebol society com gramado sintético, meia quadra de basquetebol, parquinho infantil, pista de caminhada, jardim e iluminação pública” explicou.
O projeto, com área total de 3 mil metros quadrados e orçado em R$ 1,3 milhão, faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) do Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte e com prazo de entrega das obras previsto para 120 dias.
Para o superintendente de Esporte e Lazer da SMECEL, Edmilson Piranha, a construção de mais um espaço esportivo é uma conquista para a comunidade de Várzea Grande. Ele afirma que o novo espaço no Capão do Pequi irá possibilitar a ampliação do atendimento aos moradores dos diversos programas esportivos desenvolvidos pela Superintendência. “Uma das ações desenvolvidas pela Superintendência é o Programa VG Mais Esporte, que já atende crianças, jovens e adultos em 7 polos em diferentes regiões de Várzea Grande” destacou.
Várzea Grande
Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande
Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.
Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.
A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.
Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.
A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.
Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.
Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.
“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”
A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.
Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.
“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.
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