Várzea Grande
Agricultores familiares aprendem técnicas de produção de silagem para garantir alimentação do rebanho durante a seca
Várzea Grande
Pequenos produtores da agricultura familiar da comunidade Sadia III, em Várzea Grande, aprenderam técnicas para a produção de silagem como alternativa de alimentação para o gado durante o período de estiagem. A capacitação foi realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS), em parceria com a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).
Na propriedade do produtor Francisco Villas Boas, os técnicos demonstraram o processo de produção utilizando Capim-Açu e cana-de-açúcar. O material é compactado em um molde, recebe plástico liner e inoculante, que auxilia no processo de fermentação. Após cerca de 20 dias, a silagem estará pronta para o consumo dos animais.
Durante a atividade, foram produzidos 500 quilos de silagem.
Segundo o secretário Ricardo Amorim, a orientação busca fortalecer a produção e oferecer mais alternativas aos pequenos produtores durante o período de seca.
“Nosso objetivo é levar conhecimento e soluções que possam ser aplicadas diretamente na propriedade. A silagem é uma alternativa importante para garantir alimento ao rebanho quando a pastagem diminui”, afirmou.
O coordenador de Desenvolvimento Rural Sustentável, Leandro Silva, destacou a importância da assistência técnica para os produtores.
“Estamos ensinando o produtor a aproveitar o que já tem na propriedade para produzir alimento e enfrentar o período de estiagem com mais segurança”, explicou.
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Várzea Grande
Centro Infantil promove dinâmica lúdica sobre o folclore brasileiro
Com o objetivo de valorizar a cultura brasileira, o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Professora Jayr Luiza de Campos Untar, conhecida como Dona Pequenina, promoveu uma dinâmica pedagógica com personagens do folclore brasileiro. A atividade envolveu alunos de 2 e 3 anos, dos períodos matutino e vespertino, em uma imersão cultural repleta de lendas e manifestações artísticas que representam diferentes regiões do país.
A diretora da unidade escolar, Lidiane Fernanda da Costa Oliveira, informou que, nesta semana, os educadores utilizaram recursos lúdicos para apresentar figuras clássicas do imaginário popular, como o Saci-Pererê, a Iara, o Curupira, a Cuca, o Boitatá e o Boi-Bumbá. A proposta despertou a curiosidade e a imaginação das crianças por meio de histórias, músicas, imagens, fantoches e brincadeiras.
“A iniciativa buscou não apenas entreter, mas também trabalhar valores importantes, como o respeito à diversidade, a preservação da natureza e a oralidade, de forma leve e acessível para a faixa etária atendida. O tema foi trabalhado de maneira lúdica, afetiva e significativa, proporcionando experiências de brincar, imaginar, cantar, dançar, ouvir histórias e explorar diferentes elementos da cultura brasileira”, comentou.
Segundo a diretora, a metodologia reforça o compromisso da escola com o desenvolvimento integral das crianças. “Ao vivenciar o folclore na prática, os estudantes expandem o repertório cultural e fortalecem o vínculo com as tradições locais desde os primeiros anos de vida escolar. A participação ativa e o entusiasmo dos alunos demonstraram o sucesso da ação, que aliou aprendizado pedagógico e diversão”, afirmou.
A secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destacou que a utilização de dinâmicas lúdicas no ambiente escolar atua como uma ponte fundamental para aproximar os estudantes de uma realidade prática, social e significativa.
“As atividades lúdicas transformam conceitos complexos em experiências concretas e palpáveis, o que facilita a compreensão e a retenção do conhecimento”, destacou a secretária, lembrando que brincar e jogar não são apenas distrações no ambiente escolar, mas pontes pedagógicas essenciais para o desenvolvimento das crianças.
Interação
Por meio de contação de histórias, dramatizações, músicas, gestos, pinturas, colagens, desenhos e brincadeiras simbólicas, as crianças puderam expressar sentimentos, desenvolver a criatividade, ampliar a linguagem, movimentar o corpo e interagir com os colegas.
As atividades foram planejadas respeitando a faixa etária, valorizando o brincar como forma essencial de aprendizagem e proporcionando momentos de encantamento, descoberta e participação.
A diretora Lidiane Oliveira ressaltou que cada proposta possibilitou às crianças conhecer um pouco mais sobre as tradições e manifestações culturais brasileiras de maneira prazerosa e adequada à infância.
“Assim, o trabalho com o folclore contribuiu para valorizar a cultura brasileira, reconhecer a diversidade de suas manifestações e compreender que muitas histórias, brincadeiras, músicas e costumes continuam vivos porque são compartilhados entre diferentes gerações”, completou.
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