Pesquisar
Close this search box.

Rondonópolis

Cyborg Fight 2 reúne nocautes, revela talentos e fortalece MMA em Rondonópolis

Publicado em

Rondonópolis

Cyborg Fight 2 tem nocautes rápidos e reforça crescimento do MMA em Rondonópolis

O Cyborg Fight 2, realizado no dia 28 de março, em Rondonópolis (MT), foi marcado por uma sequência de resultados rápidos e atuações dominantes ao longo de todo o card. Com alto índice de nocautes e finalizações, o evento reforça o crescimento do MMA no cenário regional e consolida a organização como uma plataforma para atletas em ascensão.

Na luta principal, Nathassya “Nathy” Silva precisou de pouco tempo para definir o combate diante da argentina Nadia Fedoruk, vencendo por nocaute técnico ainda no primeiro round. No co-main event, Lucas Sampaio também teve atuação dominante. Diante de Wallison Henrique, levou a luta para o solo, controlou as ações, pegou as costas e finalizou com um mata-leão ainda no primeiro assalto.

Ao longo do card, o padrão se repetiu: definições rápidas e domínio técnico. Juan Pablo Santos da Vitória, Marcos Cáceres, Ericles Rolim e Manoel Messias venceram por nocaute técnico no primeiro round. Já Guilherme Porto e João Vitor Vilalba garantiram vitórias por finalização, enquanto outros combates foram decididos na decisão dos juízes.

Resultados oficiais – Cyborg Fight 2

O evento contou com 13 combates, com alto índice de definições ainda nos primeiros rounds:

  • Nathassya Souza venceu Nadia Fedoruk – nocaute técnico, round 1
  • Lucas Sampaio venceu Wallison Henrique – finalização (mata-leão), round 1
  • Juan Pablo Santos da Vitória venceu Juan Carlos Souza – nocaute técnico, round 1
  • Marcos Cáceres venceu Thiago dos Santos – nocaute técnico, round 1
  • Gabriel Mohamad Abdo venceu Marcos Gabriel – decisão unânime, round 3
  • Ericles Rolim venceu Jeferson Santos Barbosa – nocaute técnico, round 1
  • Marcos Vinicius venceu Lucas Petronio – decisão unânime, round 3
  • João Vitor Vilalba de Souza venceu Felipe Jardim – finalização (mata-leão), round 3
  • Guilherme Porto venceu Lucas Augusto da Rocha – finalização (triângulo de braço), round 3
  • Alisson Werk venceu Marlon dos Santos – decisão unânime, round 3
  • Manoel Messias da Silva venceu Nathan Siqueira – nocaute técnico, round 1
  • Paulo Silva venceu Marcio Chagas – decisão unânime, round 2
  • Gabriel Alves Souza venceu Vitor Ramon – decisão unânime, round 2

A história por trás do evento

Por trás do Cyborg Fight existe uma construção que começou anos antes. Após 20 anos lutando, o idealizador do evento sofreu uma lesão craniana em 2016 e se aposentou. Nesse período, ele relata ter vivido um vazio, um momento mais pesado emocionalmente, que acabou se tornando o ponto de virada para sua vida.

Foi a partir desse cenário que ele decidiu voltar a Rondonópolis, não apenas para recomeçar, mas para cumprir uma missão que já carregava há anos: desde o início da carreira, dizia que, após rodar o mundo lutando, retornaria à sua cidade natal para levar o esporte e abrir caminho para outras pessoas seguirem pelo mesmo trajeto.

Ao lado da esposa Denise, advogada, o início não foi fácil. A cidade ainda não tinha uma cultura consolidada de luta, e ele já não era conhecido localmente após tanto tempo fora. Eles começaram aos poucos, com projetos sociais, aulas de luta para crianças e iniciativas voltadas à base.

Segundo Denise, a maior motivação por trás de todo o projeto sempre foi Deus. A proposta, desde o início, não era apenas formar atletas, mas usar o esporte como ferramenta para transformação, acreditando na multiplicação de talentos e na possibilidade de impactar vidas através desse caminho. Com o tempo, o esporte foi crescendo dentro da cidade, ganhando estrutura e visibilidade, até que fosse possível lançar o evento. Dessa forma, a futura geração do esporte encontra a realidade em que a luta pode ser um sonho.

Apoio local e incentivo às novas gerações

O projeto também contou com apoio local. O prefeito e o vereador José Felipe Horta são apoiadores do esporte e ajudaram na realização do Cyborg Fight.

A proposta vai além das lutas. O evento também foi pensado para as crianças, como forma de mostrar que a estrutura local está crescendo, que a visibilidade está aumentando e que existe espaço para sonhar dentro do próprio estado.

Denise teve papel importante na construção do projeto, principalmente na articulação política e estrutural. Ela destaca a parceria com o marido como essencial, citando o conceito de “master mind”, do livro Think and Grow Rich, de Napoleon Hill, como base dessa união de habilidades.

Um cenário que começa a mudar

A tradição do MMA em Mato Grosso ainda é recente, apesar de existirem atletas há muito tempo — muitos ainda pouco conhecidos. A criação da Federação de MMA Mato-grossense marca um avanço importante na organização do esporte no estado.

Durante anos, a maioria dos talentos locais foi exportada para outros estados em busca de melhores oportunidades. Agora, esse cenário começa a dar sinais de mudança.

Eventos como o Cyborg Fight ganham importância justamente por dar visibilidade ao esporte em maior escala dentro do próprio estado. A expectativa é que, nos próximos anos, atletas locais possam contar com mais suporte, estrutura e oportunidades na região.

Mais do que os resultados dentro do cage, o Cyborg Fight 2 representa um passo dentro de uma construção maior: a de um cenário onde os talentos locais possam crescer, se desenvolver e se destacar sem precisar sair de casa , seguindo o mesmo caminho que um dia precisou ser buscado fora.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Rondonópolis

Com mais de U$ 900 milhões, Rondonópolis lidera exportações em Mato Grosso

Publicados

em

Rondonópolis mantém a liderança nas exportações mato-grossenses e fecha o primeiro quadrimestre de 2026 com o total de U$ 917,5 milhões exportados, valor 14,4% maior do mesmo período do ano passado.

Os números são do Ministério de Indústria e Comércio Exterior e foram publicados nesta quinta-feira (7). Eles apontam ainda que, com esse montante exportado, o Município foi o 17º no Brasil que mais exportou no período. As exportações locais representaram 8,5% do total exportado por Mato Grosso e 0,8% do exportado pelo país.

Da mesma forma, Rondonópolis teve aumento no valor importado entre janeiro e abril deste ano em relação à 2025. As importações locais cresceram 128,4%, fechando em U$ 236,5 milhões, o que representou 36,1% das importações mato-grossenses e 0,3% da brasileira no período. Com esse valor, Rondonópolis foi a cidade que mais importou no estado e a 82ª no Brasil.

Com U$ 917,5 milhões exportados e U$ 236,5 milhões importados, o Município registrou superávit de U$ 681 milhões neste primeiro quadrimestre de 2026.

Quando considerado somente o mês de abril, as exportações locais somaram U$ 231 milhões e as importações U$ 106,7 milhões.

Neste período de janeiro a abril, as exportações de Rondonópolis tiveram a China como principal destino. Para o país da Ásia, as exportações somaram U$ 308,1 milhões, montante que representou 33,6% do total exportado no período.

As importações, por sua vez, vieram, em maioria, do Canadá, somando U$ 76,8 milhões e representando 32,5% do total importado no período por Rondonópolis.

A torta e outros resíduos sólidos da extração do óleo de soja foram os principais produtos exportados pela cidade neste primeiro quadrimestre do ano, representando 39,5% do total exportado. 

Ainda com papel importante nas exportações locais, estão a soja, que representou 31,1% das exportações locais no período; o algodão (16,2%); e, a carne bovina (6,4%).

Entre os produtos importados, o destaque fica com os adubos ou fertilizantes, que representaram mais de 95% das importações, seguido dos inseticidas, que representaram 3,4%.

Prefeitura de Rondonópolis

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA