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Paula Calil apresenta projetos que valorizam a cultura cuiabana

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Cuiabá

Nathany Gomes | Assessoria da vereadora Paula Calil 

A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), apresentou nesta terça-feira (2), dois projetos de lei que reforçam a valorização da cultura local e reconhecem profissionais que contribuíram para o serviço público de saúde no município.

O primeiro projeto declara oficialmente a farofa de banana como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial de Cuiabá. A proposta destaca que o prato típico é um dos símbolos mais representativos da culinária cuiabana, presente em tradições familiares e em preparações históricas da cidade. A medida busca preservar e fortalecer a identidade gastronômica local, garantindo a continuidade dessa referência cultural.

Já o segundo projeto denomina a unidade básica de saúde localizada na avenida Espigão, no bairro Tijucal, como “UBS Ana Maria Fernandes da Cruz”. A homenagem reconhece a trajetória da profissional de saúde que dedicou décadas ao atendimento da população cuiabana. Ana Maria atuou em instituições como a Santa Casa, Hospital Geral, Pronto-Socorro Municipal e Hospital Universitário Júlio Müller, além de postos de saúde em diversos bairros da capital. Sua atuação inclui ações de combate à tuberculose, hanseníase e iniciativas de acolhimento a mães adolescentes.

A vereadora agradeceu ao apoio recebido e destacou o compromisso com o fortalecimento das políticas públicas. “Meu agradecimento a todos que contribuíram para a construção desses projetos. Nosso trabalho é diário, sempre com o objetivo de valorizar nossa cultura, reconhecer quem fez a diferença na história de Cuiabá e fortalecer ações que honrem a nossa população. Aqui estão dois instrumentos importantes para o desenvolvimento da nossa cidade”, afirmou.

As propostas seguem agora para análise das comissões permanentes antes de serem encaminhadas ao plenário.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Grappling em ascensão: MT Open chega para mudar o jogo

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MT Open fortalece o grappling em Mato Grosso com proposta inovadora e foco no atleta

O cenário das lutas em Mato Grosso começa a entrar em uma nova fase, mais profissional, mais estratégico e, principalmente, mais centrado no atleta.

O MT Open surge como um divisor de águas no estado, trazendo uma proposta moderna para o grappling e preenchendo uma lacuna que há anos limitava o crescimento da modalidade: a ausência de competições relevantes sem kimono.

Idealizado por quem vive o esporte na prática dentro do tatame, no treino e na realidade dos atletas o evento nasce com uma visão clara: elevar o nível das competições e criar um ambiente mais justo, acessível e profissional.

Uma resposta direta a uma falha do sistema

Durante muito tempo, Mato Grosso contou basicamente com torneios tradicionais de jiu-jitsu com kimono. Enquanto isso, o grappling ficava em segundo plano.

O MT Open chega exatamente para mudar esse jogo.

A proposta não é apenas criar mais um campeonato, mas estabelecer um novo padrão, alinhado com a realidade atual do combate.

Acessibilidade como estratégia

Os altos custos de inscrição sempre foram uma barreira para muitos atletas. O MT Open surge como alternativa mais acessível, sem abrir mão da qualidade.

Mais atletas competindo significa mais nível técnico e crescimento real do esporte.

Organização de alto nível

O evento tem como prioridade a pontualidade e o respeito ao atleta. O cronograma será seguido com rigor, evitando atrasos e garantindo melhor desempenho dos competidores.

Premiação que valoriza

  • Premiação por equipes
  • Categorias absolutas
  • GPs especiais

Destaque para o GP faixa roxa, com premiação de R$ 2 mil.

Experiência completa

Os atletas contarão com suporte durante o evento, incluindo água, frutas e açaí, com apoio da Movido Açaí.

O evento também propõe integração com atividades culturais, tornando a experiência mais atrativa para o público.

Números e expectativa

O MT Open já conta com cerca de 450 atletas confirmados, com expectativa de chegar a 800 participantes.

Desafios e visão de futuro

Organizar um evento desse porte exige planejamento, logística e execução precisa.

Com uma proposta sólida, o MT Open tem potencial para se consolidar como referência no grappling regional e nacional.

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