Cuiabá
Maysa Leão cobra votação do Plano Diretor de Arborização Urbana de Cuiabá
Cuiabá
Ana Cláudia Fortes | Assessoria da vereadora Maysa Leão
Durante a sessão plenária desta quinta-feira (13), na Câmara Municipal de Cuiabá, a vereadora Maysa Leão (Republicanos) voltou a cobrar a inclusão do Plano Diretor de Arborização Urbana (PDAU) na pauta de votações. A parlamentar destacou que o projeto está pronto e que a sua apreciação independe da situação financeira da Prefeitura Municipal, reforçando a importância do planejamento ambiental para que a capital volte a ser reconhecida como “Cidade Verde”.
“Desde o início desta legislatura, eu venho cobrando que o Plano Diretor de Arborização Urbana seja trazido para esta Casa, para que possamos votar. Trazer o plano para cá independe da Prefeitura estar passando por dificuldades financeiras ou administrativas. O plano está pronto, houve tempo para revisões, e nós precisamos votar. Toda campanha eleitoral traz a arborização urbana como promessa, mas é hora de transformar isso em ação concreta”, afirmou a vereadora.
Maysa também criticou a falta de cuidado com os espaços públicos, como rotatórias e canteiros, ressaltando que o plantio de árvores precisa ser feito com planejamento técnico.
“Outros vereadores têm cobrado o abandono das rotatórias, e porque a situação é notória. Era para estarmos plantando árvores de médio e grande porte, não mudas pequenas que morrem no mês seguinte. Sem o PDAU, continuaremos fazendo um plantio ineficiente. Podemos plantar milhares de mudas, mas sem cuidado e direcionamento, Cuiabá não voltará a ser a cidade verde que um dia tanto nos orgulhou”, destacou.
Durante a fala, Maysa também cobrou ações efetivas da Limpurb na manutenção da nascente do córrego da Prainha, no bairro Alvorada, e criticou a falta de respostas formais aos requerimentos e indicações apresentados pelos vereadores.
“Apresentei uma indicação sobre a nascente do córrego da Prainha, que está abandonada, com mato alto. O gestor da Limpurb me respondeu nas redes sociais que já passaram cinco vezes por lá. Eu penso que o gestor precisa responder via sistema, de forma oficial, e não apenas comentar informalmente. Nós estamos aqui para fiscalizar e apontar o que está errado”, pontuou.
A vereadora encerrou o discurso pedindo que todas as secretarias municipais retomem o envio formal de respostas aos requerimentos e indicações, conforme prevê o regimento da Câmara.
“Tenho recebido respostas por WhatsApp e até por redes sociais, e isso não é o procedimento correto. Precisamos de respostas oficiais, via sistema, para que o processo de fiscalização e transparência funcione de fato”, concluiu.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
Cuiabá
Complexo do Museu do Rio é reconhecido como Patrimônio Imaterial de Cuiabá
A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou nesta terça-feira (23) o projeto de lei que declara o complexo do Museu do Rio como Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural Imaterial da capital. Localizado na orla do bairro do Porto, o espaço guarda parte importante da memória cuiabana e mantém vivas tradições ligadas ao antigo Mercado do Peixe e à relação histórica da população com o Rio Cuiabá.
De autoria da vereadora Katiuscia Manteli (Podemos), a proposta reconhece o valor cultural, social e histórico de um local que faz parte da trajetória de milhares de cuiabanos. Durante décadas, o antigo Mercado do Peixe foi cenário de encontros, trabalho, convivência e da preservação de costumes que ajudaram a construir a identidade da cidade.
Para Katiuscia, a aprovação representa um passo importante na valorização da cultura local e da memória coletiva.
“Quando falamos do Museu do Rio, estamos falando de histórias, de pessoas e de tradições que fazem parte da nossa identidade. Esse reconhecimento ajuda a preservar um patrimônio que pertence a todos os cuiabanos e que merece ser lembrado e valorizado”, afirmou.
A proposta busca fortalecer a preservação dos saberes, das práticas culturais e das formas de convivência desenvolvidas no local ao longo dos anos. O reconhecimento também contribui para manter viva a herança cultural ligada à pesca artesanal, à gastronomia regional e aos costumes das comunidades ribeirinhas.
Segundo a parlamentar, proteger espaços como o Museu do Rio é garantir que as futuras gerações conheçam e compreendam a própria história.
“Preservar a memória é preservar a nossa essência. O Museu do Rio guarda lembranças e tradições que ajudam a contar como Cuiabá foi construída e por que temos tanto orgulho das nossas raízes”, destacou.
Ao oficializar o complexo do Museu do Rio como patrimônio imaterial, o município reafirma a importância de cuidar das estruturas físicas e também de proteger as histórias, os costumes e as tradições que ajudam a contar a trajetória de Cuiabá.
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