Cuiabá
Feira Cultural do Japão chega ao último dia com shows, concursos e celebração
Cuiabá
A 2ª Feira Cultural do Japão em Cuiabá entra em seu último dia neste domingo (29) consolidando-se como um dos eventos culturais mais vibrantes da capital em 2026. Após três dias de intensa programação, o encerramento promete reunir tradição, cultura pop e apresentações artísticas em uma experiência imersiva no Complexo Biocultural do Porto.
A agenda deste domingo foi pensada para manter o alto nível do festival e atrair públicos diversos, com atividades que transitam entre o tradicional e o contemporâneo. A abertura, às 17h, fica por conta dos tambores do Wadan Taiko, seguida por apresentações de grupos como Taiko Raiden e RKMD-CG, que reforçam a força da percussão japonesa como um dos símbolos mais marcantes da cultura oriental.
Ao longo da noite, o público poderá conferir ainda apresentações culturais como o sanshin — instrumento típico de Okinawa — e performances contemporâneas, como o grupo D’Soul, ampliando o diálogo entre culturas e estilos. Um dos pontos altos da programação são os concursos, que movimentam o público e dão visibilidade a talentos locais.
O Concurso Anime Song abre a sequência competitiva, seguido pelo já aguardado Concurso Cosplay, que transforma o palco em um verdadeiro desfile de personagens da cultura pop japonesa. As disputas reforçam o caráter interativo da feira e aproximam principalmente o público jovem, que encontra no evento um espaço de expressão e pertencimento.
A noite segue com apresentações musicais de artistas como Sayuri Hirata, Joe Hirata e Akane Iizura, garantindo um encerramento com forte presença artística e conexão com a música japonesa contemporânea. O karaokê, marca registrada do evento, retorna ao palco antes do fechamento oficial, previsto para as 23h.
Com entrada solidária mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível, a feira encerra sua segunda edição reafirmando o compromisso com a cultura, a inclusão e a solidariedade. Mais do que um evento temático, a Feira Cultural do Japão se firma como um espaço de encontro entre gerações, estilos e identidades, fortalecendo o intercâmbio cultural e ampliando o calendário de grandes eventos em Cuiabá.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Complexo do Museu do Rio é reconhecido como Patrimônio Imaterial de Cuiabá
A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou nesta terça-feira (23) o projeto de lei que declara o complexo do Museu do Rio como Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural Imaterial da capital. Localizado na orla do bairro do Porto, o espaço guarda parte importante da memória cuiabana e mantém vivas tradições ligadas ao antigo Mercado do Peixe e à relação histórica da população com o Rio Cuiabá.
De autoria da vereadora Katiuscia Manteli (Podemos), a proposta reconhece o valor cultural, social e histórico de um local que faz parte da trajetória de milhares de cuiabanos. Durante décadas, o antigo Mercado do Peixe foi cenário de encontros, trabalho, convivência e da preservação de costumes que ajudaram a construir a identidade da cidade.
Para Katiuscia, a aprovação representa um passo importante na valorização da cultura local e da memória coletiva.
“Quando falamos do Museu do Rio, estamos falando de histórias, de pessoas e de tradições que fazem parte da nossa identidade. Esse reconhecimento ajuda a preservar um patrimônio que pertence a todos os cuiabanos e que merece ser lembrado e valorizado”, afirmou.
A proposta busca fortalecer a preservação dos saberes, das práticas culturais e das formas de convivência desenvolvidas no local ao longo dos anos. O reconhecimento também contribui para manter viva a herança cultural ligada à pesca artesanal, à gastronomia regional e aos costumes das comunidades ribeirinhas.
Segundo a parlamentar, proteger espaços como o Museu do Rio é garantir que as futuras gerações conheçam e compreendam a própria história.
“Preservar a memória é preservar a nossa essência. O Museu do Rio guarda lembranças e tradições que ajudam a contar como Cuiabá foi construída e por que temos tanto orgulho das nossas raízes”, destacou.
Ao oficializar o complexo do Museu do Rio como patrimônio imaterial, o município reafirma a importância de cuidar das estruturas físicas e também de proteger as histórias, os costumes e as tradições que ajudam a contar a trajetória de Cuiabá.
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