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Campeonato Pixote 2025 encerra com emoção, superação e celebração no Ginásio Verdinho

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Cuiabá

A vibração, a expectativa e a alegria marcaram o encerramento do Campeonato Pixote 2025 na tarde desta sexta-feira (12), com as finais da modalidade vôlei no Ginásio Verdinho, no bairro CPA 1. O evento foi a culminância de semanas de jogos intensos que reuniram centenas de jovens atletas, familiares e professores, celebrando o esporte como ferramenta de formação, convivência e cidadania.

Com a retomada da competição após alguns anos de pausa, o Pixote voltou a movimentar a cena esportiva de Cuiabá, com aumento de participação, torcida nas arquibancadas e histórias de superação que emocionaram na reta final das disputas.

Grandes finais e resultados no vôlei

No encerramento, quatro partidas decidiram os últimos pódios da categoria vôlei:

Mirim Feminino, 3º lugar: o Colégio São Gonçalo venceu o Colégio Coração de Jesus por 2 sets a 0, garantindo o bronze.

Infantil Feminino, 3º lugar: a equipe do Coração de Jesus superou o Vôlei Tancredo por 2 sets a 0.

Mirim Feminino, final: o Colégio Cema sagrou-se campeão ao derrotar o Sesi Cuiabá por 2 sets a 0.

Disputa final da tarde: o campeão do infantil feminino foi o Colégio Sema, que ganhou do Isaac Newton por 27 a 0.

Os jogos foram acompanhados por um público entusiasmado que lotou as arquibancadas do Verdinho, reforçando o valor do campeonato para a comunidade escolar e esportiva.

Palavras de quem viveu o Pixote

O clima de superação e aprendizado foi destacado por diversos protagonistas. Giovani Melo, professor do Sesi Escola Cuiabá, falou com orgulho da campanha de sua equipe vice-campeã na categoria Mirim Feminino. “É uma equipe muito jovem, com apenas seis meses de treino, e muito promissora. É um desafio, mas gratificante ver a dedicação delas. O Pixote é uma competição que as meninas aguardam com ansiedade.”

Ele ressaltou a importância da competição para a formação das atletas e os planos para 2026. “Ano que vem estaremos mais experientes e buscaremos o pódio novamente.”

Do lado do Colégio Coração de Jesus, o treinador Jairo Alexandre Júnior destacou o significado de conquistar o terceiro lugar. “Foi uma baita conquista para nossas meninas. Essa experiência serve de ânimo para treinarmos ainda mais rumo ao Pixote do próximo ano.”

Entre as atletas, Maruane, de 15 anos, campeã na categoria Juvenil Sub-18 pelo Colégio Sin, compartilhou sua alegria. “Foi meu primeiro ano no Pixote. É uma experiência nova e muito boa para quem ama jogar.”

Já Isadora Hernández, de 13 anos, do Colégio Cema, comemorou a conquista de ser campeã na categoria Mirim. “Foi muito importante para o nosso time. Dedicação e trabalho valeram a pena. O grupo está mais unido e vamos buscar repetir esse resultado no ano que vem.”

Famílias e comunidade: apoio que faz a diferença

O apoio das famílias também foi destaque ao longo da competição. Rosilene Cordeiro, mãe de uma das atletas, falou com emoção. “É um orgulho ver a filha crescendo no esporte. Vou apoiá-la com certeza no Pixote de 2026.”

Dona Marquita de Freitas ressaltou que a participação das crianças vai além da vitória. “O mais importante é a participação. O esporte é fundamental para o futuro desses jovens.”

Adailza Cláudia de Moraes, mãe de Emily, de 13 anos, falou sobre o impacto no desenvolvimento emocional das atletas. “O esporte ajuda muito na maturidade e no crescimento delas. Vamos continuar incentivando.”

Bastidores e organização: desafio e planos para o futuro

Para o coordenador técnico do vôlei na Smecel, Bruno Henrique Pinheiro, o campeonato foi um passo importante para fortalecer a modalidade em Cuiabá. “O Pixote fomenta o esporte na base. Queremos aprimorar ainda mais para 2026, com um calendário menos concentrado e mais etapas ao longo do ano.”

Ele explicou que um dos principais desafios foi conciliar o cronograma esportivo com o período escolar e que a expectativa é ampliar o alcance da competição para mais jovens e modalidades.

Secretário de Esporte e Lazer destaca legado e próximos passos

O secretário municipal de Esporte e Lazer, Jefferson Neves, fez uma reflexão sobre o significado da edição 2025 do Pixote e traçou perspectivas para o futuro. “O Pixote cumpriu sua missão de manter os atletas motivados e treinando até o fim do ano, mesmo após a principal temporada de competições. Esta edição mostrou o quanto a comunidade queria a volta dessa tradição.”

Neves comentou as dificuldades enfrentadas, especialmente pelo longo período sem a realização do campeonato desde 2021, e reforçou o compromisso da gestão com a formação esportiva dos jovens. “Queremos um calendário recheado para 2026, com mais competições que desafiem e preparem nossos atletas e treinadores. A política esportiva vai continuar consolidada, com escolinhas ativas, projetos sociais e equipamentos em boas condições para receber a comunidade.”

Ele encerrou com um recado inspirador aos jovens participantes. “Contem com nossa equipe e com a gestão do prefeito Abílio. Treinem bastante, pois a temporada 2026 será ainda melhor.”

Esporte que transforma vidas

Realizado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Smecel, o Campeonato Pixote 2025 reafirmou que o esporte vai muito além de resultados em quadra. É instrumento de formação, inclusão e fortalecimento de vínculos entre famílias, escolas e comunidade. Participar, competir, aprender e celebrar. Esses foram os verdadeiros troféus conquistados por todos os envolvidos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Mato Grosso AgroFestival valoriza artistas regionais e músicos ressaltam a qualidade técnica da estrutura 

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A primeira edição do Mato Grosso AgroFestival, promovido pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, se consolida como um importante espaço de valorização da cultura e da música regional. Com uma programação que reuniu diferentes estilos musicais, o evento abriu espaço para artistas mato-grossenses mostrarem seu talento em uma estrutura de grande porte, com a mesma qualidade técnica oferecida às atrações nacionais. O evento foi realizado em parceria com o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), Instituto Cordemato e Ministério do Esporte, com recursos públicos.

A variedade de estilos também fez a diferença, incluindo gospel, sertanejo, rock e outros. A participação do rock regional foi considerada pelos próprios artistas como uma proposta inovadora, por se tratar de uma iniciativa que amplia a diversidade musical do evento e aproxima o público de um gênero que, segundo os músicos, possui forte influência na formação de artistas de diferentes segmentos, inclusive o sertanejo.

“Preparamos uma coisa um pouquinho diferente, porque no AgroFestival tocamos um Rock’n’Roll. É uma inovação. O rock é uma linguagem acessível para todas as camadas da sociedade. Muita gente não conhece o rock e, quando você se apresenta em um palco com boa qualidade, estrutura e consegue mostrar todo o desempenho que é capaz de oferecer, mesmo as pessoas que não têm muita intimidade com a cena musical roqueira vão perceber que Cuiabá também tem excelentes músicos de rock”, destacou Jean Bass, da banda Power Rock Trio.

Segundo Jean, a maioria dos músicos que estão no palco tocando sertanejo começou estudando rock. “O rock sempre obrigou o músico a se dedicar muito para conseguir executar com qualidade. O rock é onde se forma o músico. O rock é agro, o rock é pop, o rock é tudo. O rock é a fonte da juventude”, afirmou.

Outros artistas regionais também destacaram a importância da iniciativa e do espaço no AgroFestival concedido aos músicos locais. O cantor Fabrício, da dupla Fabrício & Fernando, que integra o grupo Violada Cuiabana, juntamente com vários outros cantores conhecidos nacionalmente, disse que a iniciativa representa um avanço significativo na forma como a música produzida em Mato Grosso é apresentada ao público.

“Eu falo em nome de Fabrício e do Fernando, e do grupo Violada Cuiabana, que é composto por Douglas Cabral, Jonathan & Adam, Fabrício & Fernando, Rafa Barros e Johnny Everson. Nós tivemos um ganho muito grande com o Johnny Everson. O Johnny é um cara experimentado, preparado, que hoje está ocupando uma cadeira muito merecida. Esse olhar de profissionalismo e de respeito aos nossos artistas, que ele tem, é muito importante. Mato Grosso possui uma produção musical diversificada e seus artistas têm conquistado espaço além das fronteiras do Estado e a população está tendo a oportunidade de conhecer ainda mais o trabalho que está sendo feito”, afirmou.

O cantor fez questão de explicar que é da área do sertanejo, mas que Mato Grosso é um celeiro muito grande de muitos segmentos. “A gente sabe disso. A galera daqui vai para fora e faz bonito. A primeira edição do AgroFestival veio com tudo, valorizando a gente, com esse espaço maravilhoso e essa estrutura, que antigamente não tinha, era muito difícil. O regional usava uma estrutura bem menor, uma estrutura precária, e hoje a gente tem esse espaço de suma importância. Em nome de toda a galera de Mato Grosso, muito obrigado à Prefeitura de Cuiabá, aos organizadores e a todos que estão cobrindo o evento. O artista de Mato Grosso está sendo muito bem representado. Essa é a primeira edição de muitas, o AgroFestival veio para ficar”, ressaltou.

Entre o público estava Marluce Madureira, natural de Montes Claros (MG), agora moradora de Cuiabá, que gostou das apresentações, especialmente da violada sertaneja, e afirmou que voltaria à noite para a programação de encerramento do AgroFestival. “Muito bom, aqui tem um espaço amplo e dá para todo mundo acompanhar. Senti falta do lambadão, apesar da variedade dos shows. Ainda vou voltar para ver Di Paullo & Paulino, atração nacional da noite”, frisou.

Estrutura padrão

O secretário municipal de Cultura, Johnny Everson, destacou que a valorização dos artistas locais faz parte de uma diretriz adotada pela gestão do prefeito Abilio Brunini desde o início do mandato. A proposta, segundo ele, é garantir que os músicos regionais tenham não apenas espaço na programação, mas também condições técnicas adequadas para apresentar seus trabalhos.

“Esse espaço para a música regional, valorizando a nossa música, é um critério que a gestão Abilio Brunini está usando desde que assumiu este mandato. É uma questão fundamental para manter esse intercâmbio, essa troca de conhecimento dos artistas nacionais que vêm se apresentar aqui, mas sempre atendendo a alguns princípios e requisitos”, explicou.

Entre esses critérios está a garantia de espaço para os artistas regionais, com pagamento de cachê digno e utilização da mesma infraestrutura técnica disponibilizada às atrações de projeção nacional.

“Aqui, nos palcos onde a Prefeitura está envolvida, não tem um artista fazendo uma ‘aberturinha’ improvisada. Tem um artista usando o mesmo equipamento, os mesmos aparatos, seja nos painéis de LED, na iluminação ou na sonorização”, enfatizou Johnny Everson.

O secretário também resgatou a tradição de eventos que historicamente abriram espaço para a música local, citando a tradicional programação realizada no bairro São Cristóvão durante 22 anos.

“Nós preparamos para este domingo, para a tarde deste domingo, como tradicionalmente ocorria no São Cristóvão durante seus 22 anos de acontecimento, de 1991 a 2013, a tarde dos shows dos artistas locais. Artistas locais porque são daqui, porque moram aqui, porque geram emprego, renda e felicidade para o povo daqui. Eles são daqui, mas estão fazendo sucesso no Brasil inteiro”, afirmou.

A festa em questão foi resgatada 10 anos depois e compôs a programação do AgroFestival, com mais de 400 caminhões presentes em um buzinaço coletivo, reunindo grupos em motociata e a cavalgada até o Parque Novo Mato Grosso, onde receberam a bênção do santo padroeiro.

O secretário esclareceu ainda que a divisão entre atrações nacionais e regionais não representa uma diferença de qualidade entre os artistas, mas uma forma de identificação da origem das atrações.

“Quando dividimos na divulgação shows nacionais e depois shows regionais ou shows locais, não é colocando um numa condição superior à condição do outro. É identificando que os regionais cantam tão bem ou, muitas vezes, muito melhor ainda que os nacionais”, explicou.

Além de celebrar o potencial econômico e produtivo do Estado, o Mato Grosso AgroFestival ampliou seu alcance ao reconhecer a cultura como parte essencial da identidade mato-grossense.

A programação da tarde do domingo (9) contou com a apresentação dos cantores Holy Praise, Violada Cuiabana (Douglas Cabral, Jonathan & Adam, Fabrício & Fernando, Rafa Barros e Johnny Everson), Power Rock Trio, Sara & Lívia, Rafa Garcia e Trio Maravilha.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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