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Mato Grosso inaugura escritório na China para ampliar negócios

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Inaugurado neste sábado (08.11), em Xangai, na China, o escritório da Invest MT – Agência Mato-Grossense de Promoção de Investimentos e Competitividade, iniciativa do governo do Estado de Mato Grosso para ampliar a presença do agronegócio local no maior mercado consumidor do mundo. A unidade está instalada no Brazil Center, complexo empresarial que reúne representantes brasileiros no maior porto do planeta em movimentação de contêineres.

A abertura marca um novo passo na estratégia de internacionalização da economia mato-grossense, com foco em atrair investimentos e facilitar o acesso de produtores e empresas do Estado ao mercado asiático. O escritório atuará como ponte comercial para os setores de grãos, carnes, bioenergia e alimentos processados, apoiando tanto grandes exportadores quanto cooperativas e pequenas indústrias.

De janeiro a outubro deste ano, a China respondeu por 43% das exportações de Mato Grosso, o equivalente a R$ 58,3 bilhões. O valor representa alta de 27% em relação ao mesmo período do ano anterior, reforçando a dependência do Estado em relação ao mercado chinês, especialmente nas cadeias de soja, milho e carne bovina.

A escolha de Xangai é estratégica. Além de concentrar o maior porto do mundo, a cidade é um dos principais centros financeiros e logísticos da Ásia, o que deve facilitar a promoção de rodadas de negócios e parcerias com empresas locais. Especialistas avaliam que a presença física do Estado na China fortalece a imagem do produto mato-grossense e amplia as oportunidades de investimento em infraestrutura, tecnologia e sustentabilidade no campo.

A inauguração ocorreu paralelamente à China International Import Expo (CIIE), uma das maiores feiras de importação do mundo. A missão brasileira contou com cerca de 60 representantes de entidades e empresas do agronegócio, entre associações de produtores, cooperativas e organizações ligadas à cadeia da carne e dos grãos.

Com o novo escritório, o governo mato-grossense aposta em ampliar o relacionamento direto com compradores e investidores chineses, reduzindo intermediários e abrindo espaço para novos acordos comerciais. A expectativa é que a iniciativa contribua para diversificar as exportações, atrair capital estrangeiro e consolidar Mato Grosso como um dos principais polos de produção e inovação agroindustrial do país.

Fonte: Pensar Agro

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Exportações de carne de frango avançam, enquanto suínos perdem força

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A carne de frango puxou o desempenho das exportações brasileiras de proteínas animais na primeira quinzena de junho, com crescimento das receitas, do volume embarcado e dos preços médios. Na contramão, a carne suína registrou recuo no faturamento e nas cotações, enquanto o pescado avançou em valor exportado, mesmo com leve redução nos embarques.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que a receita média diária das exportações de carne de frango chegou a R$ 251,3 milhões, alta de 78,9% em relação ao mesmo período de junho do ano passado. O faturamento acumulado na parcial do mês alcançou R$ 2,26 bilhões.

Os embarques de carne de aves somaram 226,98 mil toneladas até a segunda semana de junho. A média diária de 25,22 mil toneladas representa avanço de 61,2% sobre igual período de 2025. O desempenho foi acompanhado pela valorização dos preços internacionais, que subiram 10,9%.

Já a carne suína apresentou perda de ritmo. A receita média diária ficou em R$ 75,4 milhões, abaixo dos R$ 80,1 milhões registrados um ano antes. O faturamento acumulado chegou a R$ 679,5 milhões.

Os embarques de carne suína totalizaram 54,71 mil toneladas, praticamente estáveis em relação ao mesmo período do ano passado. O principal fator para a retração das receitas foi a queda de 5,4% nos preços médios do produto no mercado internacional.

No segmento de pescado, a receita média diária avançou para R$ 1,12 milhão, levando o faturamento acumulado da primeira quinzena de junho a R$ 10,1 milhões. Embora os volumes exportados tenham recuado 1,1%, a valorização de 6,4% no preço médio garantiu resultado positivo para o setor.

Os números da Secex indicam que a demanda internacional segue sustentando as exportações brasileiras de proteínas animais, especialmente no segmento de carne de frango, que reúne aumento dos embarques e preços mais elevados. Já a carne suína enfrenta um cenário mais pressionado, enquanto o pescado mantém ganhos apoiados pela valorização do produto.

Fonte: Pensar Agro

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